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Cênicas

A violência é tão fascinante?

Rodrigo Ferrarini: afinação com o texto do inglês Martin Crimp | Frederico Medeiros/Divulgação
Rodrigo Ferrarini: afinação com o texto do inglês Martin Crimp (Foto: Frederico Medeiros/Divulgação)

Este final de semana é a última oportunidade para o público curitibano conferir Menos Emergências, que – entre entradas e saídas de cartaz – é apresentada desde 2007.

No palco do Espaço 2, durante aproximadamente 50 minutos, a trupe da Pausa Companhia de Teatro (com direção de Marcio Mattana) imprime complexidade a três breves e interligados textos do dramaturgo inglês Martin Crimp.

O espectador pode até perder o chão diante da dramaturgia ousada, afinada que é com a não-lineraridade de nossos tempos. Christiane de Macedo, Gabriel Gorosito, Pablito Kucarz e Rodrigo Ferrarini são os "instrumentos", mais do que afinados, para dar conta do "recado" do texto, que mostra nuances da violência que insiste em pulsar no mundo.

Sem os óbvios começo, meio e fim, Menos Emergências não acaba depois dos aplausos: a problematização tende a incomodar o público, tamanhas são as reflexões que a peça pode provocar.

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