• Carregando...

Se havia alguma dúvida sobre a persistente força do lendário guitarrista Jimi Hendrix mais de quatro décadas depois de sua morte, o seu mais recente single deve enterrá-la de vez.

O single "Somewhere" foi o número 1 nas vendas da Billboard Hot em fevereiro. Isso é um bom presságio para o mais recente álbum póstumo arrancado do arquivo musical de Hendrix, que os produtores dizem que tem resistido bem ao teste do tempo.

O CD do álbum "People, Hell and Angels", que será lançado na terça-feira, está sendo apresentado como uma coleção de 12 performances de estúdio inéditas de Hendrix, embora algumas das canções tenham aparecido em outras versões desde a sua morte, aos 27 anos, em 1970, após uma overdose acidental de drogas.

O álbum chega simultaneamente ao lançamento de discos em vinil de primeiros clássicos de Hendrix , "Are You Experienced" e "Axis: Bold As Love".

As faixas de "People, Hell and Angels" foram planejadas como uma sequência para o guitarrista líder nas paradas 1968 com o álbum "Electric Ladyland".

"Depois do enorme sucesso do Experience (de Jimi Hendrix) e daqueles primeiros álbuns, ele queria fazer algo novo, e o som de blues neste é diferente dos outros", disse Janie Hendrix, meia-irmã do guitarrista e presidente da Hendrix Experience, a empresa fundada pelo pai do músico para administrar os direitos sobre as obras dele.

"Este novo álbum é muito importante para todos os seus fãs, já que realmente mostra sua criatividade e um lado diferente dele", disse ela à Reuters.

Sentindo-se limitado pelo trio Jimi Hendrix Experience (que incluía o baterista Mitch Mitchell e o baixista Noel Redding), o guitarrista já havia começado a trabalhar com um grupo eclético de músicos.

Eles incluíam Stephen Stills, do Buffalo Springfield, o baterista Buddy Miles, o saxofonista Lonnie Youngblood e o baixista Billy Cox, com quem Hendrix tinha servido no Exército dos EUA.

As sessões resultantes, de 1968 e 1969, formam a base de "People, Hell and Angels", co-produzido por Janie Hendrix, Eddie Kramer e o historiador de longa data de Hendrix, John McDermott.

0 COMENTÁRIO(S)
Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros

Máximo de 700 caracteres [0]