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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou seu voto para anular as sentenças de dez réus do 8 de janeiro, que incluem o ex-presidente Jair Bolsonaro. Atualmente, o magistrado analisa recursos que contestam as condenações anteriores. A votação ocorre no plenário virtual da Corte e deve ser concluída até a próxima sexta-feira (17).
Em sete casos específicos, Fux defendeu a absolvição completa dos acusados. Entre os beneficiados, o ministro citou Anilton da Silva Santos, Marisa Fernandes Cardoso e outros cinco réus. De acordo com os autos, os investigados permaneciam em acampamentos em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. Anteriormente, eles receberam penas de até dois anos e meio por incitação ao crime e associação criminosa. Dessa forma, o novo posicionamento do ministro pode reverter o destino jurídico do grupo.
Gilmar Mendes defende Jorge Messias e rebate "críticas vazias" à indicação ao STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes saiu em defesa do advogado-geral da União Jorge Messias. Pois ele foi indicado há quatro meses pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga na Corte.
Em publicação nas redes sociais neste domingo (12), o magistrado reagiu ao que classificou como “críticas vazias e apressadas” ao nome escolhido para o Supremo.
“Nos últimos dias, setores da imprensa têm lançado críticas vazias e apressadas ao nome escolhido pelo Presidente da República para a vaga aberta no STF. São leituras rasas que ignoram o currículo qualificado do atual Advogado-Geral da União, marcado por vasta experiência na administração pública e sólida formação acadêmica.”
59% defendem que Bolsonaro continue em prisão domiciliar, segundo Datafolha
Pesquisa Datafolha publicada neste domingo aponta que 59% dos entrevistados defendem que o ex-presidente Jair Bolsonaro continue em prisão domiciliar. Enquanto 37% que defendem seu retorno para a Papudinha, como é conhecido o 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. Outros 5% não souberam responder. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Bolsonaro cumpria na Papudinha a pena de 27 anos e 3 meses imposta pelos “processos do golpe”. Contudo, o ex-presidente precisou de internação em 13 de março devido a uma broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões. A doença surgiu como consequência de suas crises de soluço. Durante o tratamento, ele permaneceu na UTI sob risco de morte, mas apresentou melhora e recebeu alta no dia 27.
Pouco antes da saída, o ministro Alexandre de Moraes atendeu a um novo pedido da defesa. Nesse sentido, o magistrado determinou a prisão domiciliar pelo prazo de 90 dias. Além disso, Moraes impôs medidas cautelares adicionais, como o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica.
Os médicos têm acesso livro ao ex-presidente, que pode receber visitas diárias dos advogados, desde que previamente agendadas; os filhos podem visitar Bolsonaro às quartas e sábados. No entanto, ao contrário do que acontecia na Papudinha, ele não pode receber outras visitas, como a de aliados políticos, em sua casa.
O Datafolha ouviu 2.004 pessoas em 137 cidades entre os dias 7 e 9 de abril. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-03770/2026.
PF contraria Moraes e Gonet e repete que Bolsonaro não interferiu em investigações
A Polícia Federal enviou ao ministro Alexandre de Moraes um novo relatório que conclui, pela segunda vez, que o ex-presidente Jair Bolsonaro não interferiu, durante seu mandato, em investigações dentro da corporação, contra seus familiares e aliados políticos.
Gazeta do Povo desta segunda-feira (13)
- PABLO MARÇAL DECLARA APOIO A FLÁVIO E DIZ QUE SERÁ “ESCUDEIRO” NA DISPUTA PELO PLANALTO;
- PESQUISA DATAFOLHA: DIREITA CELEBRA NÚMEROS E PETISTAS ACREDITAM EM MUDANÇA;
- SE APENAS OS PRESOS VOTASSEM, O PT SERIA IMBATÍVEL; VEJA OS NÚMEROS;
- QUASE 900 MIL FAMÍLIAS BRASILEIRAS GANHAM MAIS COM BENEFÍCIOS DO QUE NO MERCADO FORMAL.
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