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Caso Master

Master: PF apura operações de R$ 2,8 bi com empresas suspeitas de ligação ao PCC

O Banco Master teria realizado cerca de R$ 2,8 bilhões em operações de câmbio para uma empresa investigada por suspeita de lavagem de dinheiro ligada ao crime organizado. As transferências ocorreram entre 2018 e 2021, quando a instituição ainda operava como Banco Máxima, e envolveram US$ 531 milhões enviados à One World Services (OWS).

Com efeito, a companhia atua na venda direta de criptoativos sem intermediação tradicional e teria usado contas do banco Master para comprar bitcoins destinados a pessoas condenadas por lavagem de dinheiro associada ao PCC e ao Hezbollah.

Em resposta à apuração, o Master informou que a investigação foi encerrada administrativamente por meio de um acordo com o Banco Central (BC) sem reconhecimento formal de irregularidade. Além disso, o valor da multa aplicada não foi divulgado.

Lula nega que STF "toma para si" atribuições de outros poderes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou durante a abertura do Ano Judiciário no Supremo Tribunal Federal (STF), que a Corte não “toma para si” as atribuições de outros poderes. Além disso, disse que sua atuação se deu no “estrito cumprimento de suas responsabilidades institucionais”. Lula fez o comentário ao lado dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado durante o discurso na cerimônia em Brasília.

Com efeito, o embate entre o STF e o Congresso vem se intensificando nos últimos dois anos. Período marcado por críticas de parlamentares que acusam a Corte de “legislar” ao derrubar leis aprovadas e interferir em temas de natureza constitucional. Um dos exemplos mais recentes é a decisão sobre o marco temporal das terras indígenas, além de outros julgamentos que ampliaram o atrito entre os Poderes.

Ministro Fachin defende "autocontenção" e indica Cármen Lúcia para código de conduta

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou que o momento do Judiciário é de “ponderações e auto-correção”. A fala ocorreu durante a abertura do Ano Judiciário de 2026. Afinal, Fachin defendeu um reencontro com o sentido republicano das instituições e com o equilíbrio entre os Poderes. Assim, ressaltando a importância da responsabilidade institucional e do respeito à Constituição.

Ademais, o ministro anunciou que Cármen Lúcia será a relatora do código de conduta do STF. A proposta busca definir regras de transparência e atuação pública dos magistrados. Fachin afirmou que a ética deve guiar a atuação do Judiciário e que o Conselho Nacional de Justiça precisa ser referência em integridade e transparência.

Veja os destaques do Café com a Gazeta do Povo desta terça-feira (03)

  • ALCOLUMBRE ABRE ANO LEGISLATIVO PREGANDO “PAZ” E “DIÁLOGO”;
  • ALIADO DE PUTIN APOIA LULA E OFERECE AJUDA PARA ELEIÇÃO;
  • NIKOLAS REBATE CRÍTICAS DE PADRE SOBRE CAMINHADA ATÉ BRASÍLIA;
  • TCU RECOMENDA BLOQUEAR REPASSE DE R$ 1 MILHÃO A ESCOLA DE SAMBA;

O Café com a Gazeta do Povo vai ao ar das 07h às 10h, no canal da Gazeta do Povo no Youtube.

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