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STF responde a denúncias e nega encontro entre Moraes e Vorcaro

O Supremo Tribunal Federal (STF) quebrou o silêncio sobre uma série de denúncias envolvendo ministros da Corte após reportagens que relataram suposta reunião entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro em 2025.

A nota oficial divulgada pela secretaria de comunicação do STF, negou que o encontro tenha ocorrido. Além disso, classificou as publicações como parte de um “padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do STF”.

Com efeito, a reportagem que motivou a resposta fazia parte de um conjunto de matérias que mencionaram possíveis relações entre autoridades da Justiça e envolvidos no caso Master, que está no centro de investigações da Polícia Federal por supostas fraudes financeiras. A negação foi a primeira manifestação oficial da Corte sobre o tema desde o início das denúncias.

Escândalo do Master não atingirá o governo, diz líder do PT

O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), afirmou que não vê possibilidade de que o escândalo do Banco Master atinja o governo Lula. Além disso, acredita que o caso não vá comprometa o “bom momento” da gestão no período pré-eleitoral.

Em entrevista, Guimarães disse que o caso não é uma questão do governo, mas sim uma investigação conduzida pelo Banco Central e pela Polícia Federal. Além disso, ressaltou que, mesmo que o escândalo “possa atingir outras esferas da República”, é pouco provável que repercuta na administração federal.

O deputado também se posicionou contrário à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso Master. Afinal, disse que se depender de sua atuação, não haverá a formação do colegiado, pois acredita que CPIs só deveriam ser convocadas quando órgãos de investigação não estiverem cumprindo seu papel.

Moraes arquiva ação contra autores da "Vaza Toga"

O ministro Alexandre de Moraes decidiu arquivar uma ação apresentada pela jornalista Letícia Sallorenzo de Freitas contra os jornalistas David Ágape e Eli Vieira e o ex-assessor Eduardo Tagliaferro, autores da “Vaza Toga”. Moraes seguiu o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao concluir que não há indícios mínimos de crime que justifiquem a abertura de uma investigação criminal no âmbito do STF.

A jornalista alegava ter sido alvo de uma campanha de ataques e difamações vinculados às publicações da "Vaza Toga". Estas, que envolvem mensagens vazadas de assessores ligados ao próprio Moraes no STF e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, a representação argumentava que o conteúdo teria prejudicado sua imagem profissional.

No entanto, a PGR entendeu que os fatos dizem respeito principalmente a possíveis crimes contra a honra. Sendo assim, devem ser tratados pelas vias cível e criminal comuns, sem necessidade de intervenção da Corte Suprema.

Veja os destaques do Café com a Gazeta do Povo desta quarta-feira (28)

  • CÁRMEN LÚCIA DEFENDE AÇÕES CONTRA MANIPULAÇÃO POR IA;
  • PGR PEDE EXCLUSÃO DE RECEITAS DO MP DO ARCABOUÇO FISCAL;
  • BRASILEIRO ASSUME PRESIDÊNCIA DA CORTE DE DIREITOS HUMANOS;
  • LULA E MACRON CONDENAM AÇÃO DOS EUA NA VENEZUELA EM LIGAÇÃO;

O Café com a Gazeta do Povo vai ao ar das 07h às 10h, no canal da Gazeta do Povo no Youtube.

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