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Organização de crianças e adolescentes em estações de aprendizagem possibilita trocas enriquecedoras com colegas e professor.
Organização de crianças e adolescentes em estações de aprendizagem possibilita trocas enriquecedoras com colegas e professor.| Foto: Shutterstock
  • Por Colégio Amplação
  • 13/10/2021 13:49

Quando discussões sobre caminhos possíveis para modernizar a educação estão em pauta, alguns palpites são mais comuns que outros. Para pais e alunos, sugestões frequentes giram em torno da metodologia de ensino, material didático ou capacitação dos professores.

Todos esses pontos são muito importantes, é claro. Mas o que muitas pessoas ainda não sabem é que a infraestrutura da escola também desempenha um papel fundamental para que os estudantes trabalhem seu potencial com plenitude e liberdade. Essa é a base da Educação 360º, adotada em alguns dos países mais bem colocados nos rankings globais de desenvolvimento.

Com um currículo pautado na ideia de que crianças e adolescentes são indivíduos autônomos, com ritmos de absorção e aptidões diferentes entre si, essas instituições de ensino incentivam a valorização das individualidades de cada um no processo de aprendizado.

Para dar certo, o método exige que salas de aula e espaços compartilhados sejam organizados de uma maneira diferente, que estimule a colaboração, a empatia e a cordialidade entre colegas e professores.

Hoje, nem é preciso ir longe para encontrar escolas com essa abordagem digna de primeiro mundo. No Brasil, muitas escolas já têm se adaptado para a educação inovadora, e uma delas fica em Curitiba.

O Colégio Amplação, no bairro planejado Neoville, é um dos pioneiros na adoção da Educação 360º, que começa já pelo projeto arquitetônico sem precedentes, com mais 6.000 m² de pura inovação.

Saiba mais sobre o conceito revolucionário do Amplação

Arquitetura e educação: o que uma coisa tem a ver com a outra?

As salas de aula tradicionais foram esquematizadas para que haja uma hierarquia entre professor e aluno.

Enquanto o educador fica na frente da turma, geralmente em pé, como único responsável por repassar o conhecimento, os estudantes sentam em carteiras enfileiradas, tomando notas, escutando passivamente, com pequenas participações pontuais.

Ao longo das últimas décadas, muitos especialistas da área da pedagogia têm questionado essa lógica. Durante anos preciosos de sua época formativa, o estudante não é estimulado a questionar, investigar e interagir com as informações que está recebendo.

É comum que as crianças não se sintam integradas ou confortáveis o suficiente para tirar dúvidas, ou mesmo para oferecer alguma complementação que poderia enriquecer a aula. Afinal, a disposição da mobília no ambiente entrega um recado claro: há uma única pessoa no cômodo que possui autoridade e sabedoria. O lugar do restante da classe é o de ouvinte.

Nesse ciclo, todos sofrem. Os alunos deixam de contribuir, desenvolver a criticidade e trabalhar quesitos como oralidade e autoconfiança. Quem tem dificuldade de compreender o conteúdo não consegue acompanhar o ritmo e acaba com vergonha de compartilhar a situação, já que não há espaço para adaptações. E o professor, muitas vezes, acaba desmotivado pela falta de participação.

Educação 360º: qual é a diferença?

As escolas que adotam um projeto educacional 360º entendem que é preciso acabar com a sensação de que o estudante é uma pessoa sem voz no processo educativo. Para isso, é essencial que todos se sintam à vontade. Se cada criança é única, a integração só é possível se houver viabilidade de que os alunos se organizem como for mais confortável, respeitando a individualidade de cada um.

Essa é a premissa das salas 360º do Colégio Amplação. O mobiliário é dinâmico e adaptável, com mesas e cadeiras que podem ser movimentadas livremente de acordo com a necessidade de cada matéria. Parte dos móveis pode ser desdobrada em tablados, que possibilitam a realização de debates e assembleias.

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Em algumas salas, todos sentam em círculos. Em outras, a turma se reúne em estações de trabalho. Nelas, a classe se organiza em grupos, o professor transita pelo espaço como um mediador, ou seja, facilitador do processo de aquisição de conhecimento, e permite que as crianças façam e compartilhem suas próprias descobertas.

Há ainda ambientes exclusivos para cada finalidade. Na minicidade, por exemplo, os pequenos dão seus primeiros passos no estudo de empreendedorismo e liderança. Já no “cineminha”, e ateliê de arte, têm contato com a linguagem artística.

Outra inovação é o espaço bilíngue, onde os estudantes se sentem mais livres para treinar a conversação em inglês, tanto entre colegas de turma quanto com pessoas de outros países, por meio de chamadas de vídeo realizadas em sala.

A assistente pedagógica do Amplação, Mariane Pinheiro Peixoto, conta que a inspiração para o modelo foram metodologias ativas que se mostraram muito eficientes em países como Finlândia e Estados Unidos. “Todos os espaços são idealizados para conectar o aluno com o ambiente de aprendizagem, ressignificando os muros da escola tradicional”, explica.

A visão, que atribui ao estudante o título de aluno protagonista, é focada em formar líderes do amanhã, mais preparados para se entenderem como indivíduos transformadores com papéis relevantes na e para a sociedade.

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