Após perseguição da polícia, carro invadiu o câmpus da PUCPr. Foto: Aniele Nascimento / Gazeta do Povo
Após perseguição da polícia, carro invadiu o câmpus da PUCPr. Foto: Aniele Nascimento / Gazeta do Povo| Foto:

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida em um tiroteio na manhã desta terça-feira (30) em frente do câmpus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), no bairro Prado Velho, em Curitiba. A ocorrência foi por volta de 10h40 e, na fuga, o veículo dos suspeitos acabou invadindo o câmpus. Por volta de 11h30, a PUCPR publicou em suas mídias sociais que a ocorrência já estava controlada, sem riscos para a comunidade universitária.

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Policiais à paisana que atuam na Corregedoria da PM, cuja sede é ao lado da universidade, iniciaram uma perseguição a dois homens que estavam em um veículo Fox branco. Eles estariam roubando o estepe de um carro estacionado na região. Na fuga, a dupla perdeu o controle do carro e acabou invadindo o câmpus. No confronto com a PM, um deles morreu e o outro ficou ferido, encaminhado pela ambulância do Siate ao Hospital Evangélico sem risco de morte.

O carro dos suspeitos invadiu a área atrás da capela da universidade, próximo da biblioteca, uma das áreas mais movimentadas do câmpus.

  • Fox branco conduzido por suspeitos de roubo acabou invadindo o câmpus da PUCPR antes do confronto com a PM. Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo
  • PM isolou a área onde carro invadiu a PUCPR. Foto: Átila Alberti/ Tribuna do Paraná
  • PM isolou a área onde carro invadiu a PUCPR. Aniele Nascimento/Gazeta do Povo
  • IML recolhe o corpo do suspeito na PUCPR. Foto: Aniele Nascimento / Gazeta do Povo
  • PM isolou a área onde carro invadiu a PUCPR. Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

A ocorrência gerou pânico entre os universitários, que chegaram a acreditar que se tratava de um atirador isolado. Por precaução, os estudantes chegaram a ser impedidos de sair das salas de aulas. Uma mensagem que circulou por uma rede de mensagens interna da PUCPR à toda a comunidade universitária para que permanecessem nas salas de aulas enquanto a PM atendia a ocorrência.

"Minha aula tinha acabado 11h10, mas ficou todo mundo nervoso dentro da sala", conta a estudante de Biologia Mirelle Hein, 20 anos, que assistia aulas no bloco laranja da PUCPR, relativamente distante de onde o tiroteio ocorreu. "Estava todo mundo falando disso de atirador, com medo de sair da sala. Mas a cada hora chegava uma informação, que era assaltante, que era ataque na PUC, que um dos caras ainda não tinha sido encontrado pela polícia", completa a estudante.

Em uma publicação no Facebook, a PUCPR ressaltou que a equipe de segurança da universidade acompanhou toda a situação e e que não há riscos para a rotina do câmpus.

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