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Das 329 agências de Curitiba e região, 168 ficaram fechadas no terceiro dia de paralisação. | Daniel Derevecki/Gazeta do Povo
Das 329 agências de Curitiba e região, 168 ficaram fechadas no terceiro dia de paralisação.| Foto: Daniel Derevecki/Gazeta do Povo

A greve dos bancários chegou ontem ao terceiro dia com 13,5 mil funcionários parados e 51% das agências da capital e região metropolitana fechadas. A paralisação não tem data para acabar, segundo o Sindicato dos Bancários de Curitiba e região. Para semana que vem, os trabalhadores prometem uma adesão maior ainda à interrupção de atividades em todo o Paraná. O único serviço disponível para a população ainda será o auto-atendimento em caixas eletrônicos.

Segundo balanço divulgado pela entidade no fim desta sexta-feira, funcionários de 168, das 329 agências de Curitiba e região, ficaram de braços cruzados. Trabalhadores de 13 centros administrativos de bancos pararam. Além dos 11 centros dos bancos HSBC, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil que estão em greve desde a manhã de quarta-feira, o Centro de Processamento, Serviços e Automação (CPSA) do Itaú, localizado na Avenida João Negrão, e a Superintendência do Sul e Centro-Oeste do ABN/Banco Real, na Rua Emiliano Perneta, também aderiram à paralisação.

Os serviços no auto-atendimento não serão afetados na semana que vem, afirmam os sindicalistas. Nos bancos privados, o trabalho de recolhimento de depósito e reposição do dinheiro é feito por funcionários terceirizados. Nos bancos públicos o trabalho é supervisionado por gerentes dos bancos.

Até ontem, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não agendou nenhuma reunião com o Comando Nacional de Bancários para discutir as reivindicações dos trabalhadores, informou o sindicato da categoria.

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