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Aéreas dizem não ter plano alternativo em caso de greve

Declaração foi dada durante audiência de conciliação ocorrida na tarde desta segunda no TST. "Não fomos notificados. Não há nada preparado como diz a lei", afirmou negociador indicado pelas empresas

  • Poragência estado
  • 19/12/2011 13:07

O negociador indicado pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA) perante o Tribunal Superior do Trabalho (TST) Odilon Junqueira, afirmou nesta segunda-feira (19) que não há um plano alternativo para garantir a normalidade no atendimento dos passageiros das companhias aéreas no caso de ser deflagrada greve dos aeroviários (pessoal de terra) e dos aeronautas (embarcados) no próximo dia 22 de dezembro.

A declaração foi dada durante a audiência de conciliação ocorrida na tarde desta segunda no Tribunal Superior do Trabalho (TST). "Não fomos notificados. Não há nada preparado como diz a lei", afirmou, referindo-se a uma notificação que os trabalhadores deveria ter apresentada às empresas por se tratar de serviço essencial.

O assessor econômico do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Cláudio Toledo, admitiu que os trabalhadores podem alterar a data do início da greve. "Parece que ainda existe tempo hábil para um acordo. Mas nada impede que a paralisação mude de data se for por questão de prazo legal", afirmou.

A ministra Maria Cristina Peduzzi interrompeu a reunião no meio da tarde para mais uma rodada de negociação entre empresas e empregados, na tentativa de evitar a greve. O SNEA oferece reajuste dos salários pela variação do INPC, que seria de 6,17%. No início da negociação, há cerca de 60 dias, os trabalhadores pediam reajuste de 13%. Depois baixaram a exigência para 9% e agora pedem pelo menos 7%. As empresas dizem que não há possibilidade de conceder aumento real este ano.

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