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Votações simbólicas

Apoio governista e investida contrária do PL: relembre o placar da “taxa das blusinhas”

Derrubada do governo de taxa de importação levantou discussões sobre o placar nas Casas.
Derrubada do governo de taxa de importação levantou discussões sobre o placar nas Casas. (Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados)

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O fim da chamada "taxa das blusinhas" representou um recuo do governo Lula (PT), em pleno ano eleitoral, diante de uma opção que, a pretexto de proteger o comércio nacional, motivou críticas por afetar os cidadãos que optam por comprar do exterior em plataformas de e-commerce. Em ambas as casas do Legislativo Federal, partidos governistas como PT, PSB e PDT votaram favoravelmente.

Regulamentada por meio de uma medida provisória, a taxação foi instituída por meio de uma lei de 2024. No Senado, a proposta passou por votação simbólica, mas com o registro de quem se posicionou contrariamente:

  1. Mecias de Jesus (Republicanos-RR);
  2. Alessandro Vieira (MDB-SE);
  3. Jaime Bagattoli (PL-RO);
  4. Cleitinho (Republicanos-MG);
  5. Marcos Rogério (PL-RO);
  6. Flávio Bolsonaro (PL-RJ);
  7. Eduardo Girão (Novo-CE);
  8. Rodrigo Cunha (Podemos-AL);
  9. Carlos Portinho (PL-RJ);
  10. Rogério Marinho (PL-RN);
  11. Irajá (PSD-TO);
  12. Wilder Morais (PL-GO);
  13. Romário (PL-RJ);
  14. Soraya Thronicke (Podemos-MS).

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Placar na Câmara

Já na Câmara, o parecer do deputado federal Átila Lira (PP-PI) foi pela aprovação e obteve 380 votos favoráveis e 26 contrários.

"A matéria que a Câmara dos Deputados e o Senado Federal aprovaram é de extrema relevância para a economia brasileira. Por meio do Programa Mover e do fim da isenção de pequenas compras por remessa postal, teremos um incentivo para a produção nacional e para o desenvolvimento tecnológico e ambiental, com repercussão evidente na geração de emprego e renda em nosso País."

A taxação em si, no entanto, já havia sido analisada, mas por votação simbólica. Mesmo assim, 24 parlamentares emitiram uma declaração de voto contrário. Veja abaixo os nomes por partido.

PL

  1. André Fernandes (CE);
  2. Alexandre Ramagem (RJ);
  3. Gustavo Gayer (GO);
  4. Junio Amaral (MG);
  5. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (SP);
  6. Rosana Valle (SP);
  7. Silvia Waiãpi (AP);
  8. Pastor Eurico (PE);

União Brasil

  1. Rodrigo Valadares (SE);
  2. Dayany Bittencourt (CE);
  3. Silvye Aires (GO);
  4. Douglas Viegas (SP);
  5. Eduardo Velloso (AC);
  6. Fernando Máximo (RO);
  7. Coronel Ulysses (AC);

Republicanos

  1. Roberto Duarte (AC);
  2. Messias Donato (ES);
  3. Thiago Flores (RO);

PSD

  1. Carlos Sampaio (PSD-SP);
  2. Ricardo Silva (PSD-SP);

Nomes isolados de outros partidos

  1. Adriana Ventura (Novo-SP);
  2. Gerleen Diniz (PP-AC);
  3. Ulisses Guimarães (MDB-MG);

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