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Argentina não deve aceitar acordo com Brasil no setor automotivo, diz jornal

O tratado ajudaria a indústria brasileira, que sofre com a recessão e registrou queda de 38,8% nas vendas em janeiro de 2016 na comparação com o mesmo mês do ano passado

    • Folhapress Web
    • 13/02/2016 11:19
     | Divulgação/Volkswagen
    | Foto: Divulgação/Volkswagen

    O governo argentino não deverá aceitar a proposta de livre-comércio com o Brasil no setor automotivo, de acordo com informações do jornal “La Nación”.

    A Anfavea (associação das montadoras instaladas no Brasil) informou, na semana passada, que havia sugerido à Adefa (entidade que representa o setor na Argentina) a liberação total do comércio entre os países. A intenção era fechar uma proposta para apresentar aos governos.

    O tratado ajudaria a indústria brasileira, que sofre com a recessão e registrou queda de 38,8% nas vendas em janeiro de 2016 na comparação com o mesmo mês do ano passado. O número de funcionários recuou 10,2% no mesmo período.

    A Argentina, no entanto, teme uma invasão de produtos brasileiros, que ganharam competitividade em 2015 com a desvalorização do real. A intenção do governo é proteger as empresas instaladas no país e os empregos.

    Hoje, os países têm um acordo limitado de isenção de impostos. Para cada US$ 1,5 em peças e carros vendidos para a Argentina, o Brasil precisa comprar US$ 1. Esse tratado, no entanto, vencerá em 30 de junho.

    As regras que entrarão em vigor a partir de julho deverão ser discutidas na próxima semana em Buenos Aires em um encontro entre o ministro brasileiro de Desenvolvimento, Armando Monteiro, e seu parceiro argentino, Francisco Cabrera.

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