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Expansão acelerada

Bares de rua de Curitiba faturam alto e querem conquistar o Brasil

Com aceitação que extrapolou as expectativas iniciais, estabelecimentos começam a exportar modelo para grandes centros do país por sistema de franquia

  • Carol Nery Especial para a Gazeta do Povo
Afonso Natal, Lucas Lopes Mueller e Raphael Umbelino, do Bar Sirene, Joao Scalzo e Carlos Fracaro, do Choripan, e Vinicius Sampaio e Jose Netto, do Mr Hoppy e Porks. | Henry Milleo/Gazeta do Povo
Afonso Natal, Lucas Lopes Mueller e Raphael Umbelino, do Bar Sirene, Joao Scalzo e Carlos Fracaro, do Choripan, e Vinicius Sampaio e Jose Netto, do Mr Hoppy e Porks. Henry Milleo/Gazeta do Povo
 
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A velha fama de que “se deu certo em Curitiba vai funcionar em qualquer lugar” vai muito bem a calhar com o momento no qual vivem quatro gastrobares que caíram nas graças do público da capital paranaense nos últimos cinco anos, quando começaram a ser inaugurados. Choripan, Mr. Hoppy, Porks e Sirène chegaram com um conceito de comida de rua, inicialmente disseminado pelos food trucks, porém, sem deixar de oferecer o mínimo de comodidade permitidos pelas estruturas de bar.

O combo produto de qualidade, atendimento, ambiente descolado e preço acessível levou a uma grande aceitação e inevitável expansão, com abertura de novas unidades aqui mesmo em Curitiba e em outros pontos estratégicos, extrapolando as divisas do Paraná e com chances até de ultrapassar as fronteiras do país. Os negócios, que começaram despretensiosamente, com investimento inicial baixo, mais por paixão do que unicamente pelo interesse em cifras, passou a render milhões em tempo recorde, pedindo mais espaço para crescer.

Eles estão entre os food trucks e os bares, renovando o ciclo de inovação, com pegadas muito criativas. Não somente em Curitiba, mas em todo o mundo, a ideia de lugares fáceis e sem frescura, porém de qualidade, são democráticos e a ideia se prolifera”, comenta o professor Paulo Henrique Prado, especialista em marketing da Universidade Federal do Paraná (UFPR

Passada a fase de erros e acertos, os direitos de uso do modelos formatados destas marcas demandam investimentos entre R$ 50 mil e R$ 250 mil, considerando itens como taxa de franquia, capital de giro e instalações (uma franquia de fast food, por exemplo, pode variar entre R$ 300 mil e R$ 600 mil). Para um dos principais especialistas brasileiros em franquias Marcelo Cherto, a ocasião reuniu a melhor situação: as pessoas certas, no lugar certo, na hora certa e com a ideia certa.

CONFIRA quanto custa o investimento nas franquias

“O público curitibano é muito crítico e é cada vez mais difícil ser inovador. É preciso ser muito criativo para dar resultado”, afirma. Segundo Cherto, praticar preços acessíveis em momento de crise é muito lucrativo, mas mais do que isso, o segredo é a busca por valor e não somente preço, o que os empresários conseguiram com maestria. “Há um abandono da ostentação e desejo por mais experiência. Ao oferecer produto de qualidade, preço justo, ambiente agradável e excelência em atendimento você ganha o mercado e o desejo de ser replicado de modo muito natural”, destaca.

É quando entram os candidatos a franqueados, que encontram no modelo a fórmula do sucesso pronta, já eliminados os riscos de falhas e garantido o trunfo dos acertos. No ramo da alimentação eles são muitos. Este é o quarto setor mais procurado, atrás de Hotelaria/Turismo, Serviços e Entretenimento/Lazer, com crescimento de 0,8% das unidades no primeiro trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franquias (ABF). Em termos de faturamento, o segmento da alimentação é um grande líder, rendendo a maior parte de todo o dinheiro que entra no franchising. Foram R$ 10,59 bilhões no primeiro trimestre do ano – 6,6% a mais que o primeiro trimestre de 2017.

“Geralmente a franquia de alimentação é procurada por pessoas que querem empreender em um negócio lucrativo, mesmo que tenham que trabalhar bastante. Em geral, deixaram ou perderam seus empregos e resolveram investir em algo próprio”, explica o consultor de franquias Erlon Labautut. Os millennials – ou nascidos entre meados das décadas de 1980 e 1990 – surgem com destaque e são observados com atenção pelas redes como potenciais franqueados, diz. “São jovens que já querem começar a vida profissional empreendendo e com segurança.” Outro nicho é de pessoas que moravam em outros países e exergam no modelo uma oportunidade confiável para retornar ao Brasil.

Grupo milionário

Juntos, Choripan, Mr. Hoppy, Porks e Sirène estimam faturar mais de R$ 20 milhões em 2018 e abrir dezenas de unidades em vários cantos do país nos próximos anos. Somente o Mr. Hoppy, especializado em hambúrgueres e chopes artesanais, é responsável por boa fatia dessa meta – R$ 14 milhões –, o que representa um crescimento de 120% em relação ao volume de vendas do ano passado. A rede dos sócios José de Araújo Netto e Vinícius Sampaio inaugurou há pouco mais de dois anos, com um investimento de R$ 50 mil na primeira loja, na Rua Mateus Leme, considerando que o imóvel já era próprio.

Hoje são 11 unidades da marca, sendo cinco em Curitiba. A maior operação, porém, está fora do Paraná: Belo Horizonte. As duas lojas mineiras representam por volta de 25% do faturamento da rede, ao gerar R$ 500 mil por mês, enquanto as cinco unidades da cidade sede da marca comercializam R$ 200 mil no mesmo período, não por questão de aceitação, mas por uma diferença meteorológica e de infraestrutura entre as capitais.

O clima quente e menos chuvoso faz com que as pessoas estejam dispostas a estar mais na rua. Além disso, BH tem um trânsito tão caótico quanto do Rio de Janeiro e de São Paulo, o que faz com que a população espere a hora do rush fazendo happy hour, justifica Netto.

Com uma população 30% maior que Curitiba, a capital mineira comporta ainda mais três lojas da marca, na avaliação de Netto. As demais unidades do Mr. Hoppy estão em Recife (duas), São Caetano do Sul e Joinville. Destas, oito são próprias e três são franquias. Outras duas franquias serão inauguradas nos próximos meses em Foz do Iguaçu (PR) e em Mogi das Cruzes (SP).

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Divulgação

Apesar de todo o expertise de mercado de Neto por ser proprietário de outros restaurantes de Curitiba, o Mr. Hoppy era para ser apenas mais uma casa do portfólio de negócios. A ideia inicial era dar função a um imóvel que estava parado, oferecendo os chopes que já eram vendidos em Kombis, em eventos com food trucks, primeiro modelo adotado pela marca. Os hambúrgueres artesanais foram agregados para complementar a operação. “Em menos de seis meses era aberta a segunda unidade do Mr. Hoppy, 100% com lucro da primeira loja”, revela.

Até o final do ano, a estimativa é chegar a um total de 20 lojas. Os processos de abertura estão adiantados em Natal (RN), Salvador (BA) e Itajaí (SC). Estão previstas ainda duas outras unidades em Curitiba e pontos no interior do Paraná, com cidades como Maringá, Cascavel e Ponta Grossa no radar. Para 2019, os sócios estimam ao menos cinco novas lojas (podendo chegar a dez) e um crescimento de pelo menos 30% em faturamento.

Pegada regional e cultural

As pequenas e as microempresas têm grande capacidade de formatar conceitos e partir para modelos de franquia porque conseguem se destacar com diferenciais de atendimento e modelos de negócios, avalia o coordenador estadual de franquias do Sebrae-PR, Luiz Antonio Rolim de Moura. Foi o que aconteceu com o Choripan, que dedica sua cozinha ao pão com chorizo, o tradicional pão com linguiça tão apreciado pelo povo argentino.

Eles agregaram o contexto cultural, de trazer uma nova abordagem a um produto que o curitibano sempre gostou, que é o embutido. Por isso consegue se destacar e atrair um público altamente receptivo, afirma Moura.

Após passar por cozinhas de diversos países, como Inglaterra, Espanha, Suíça e, inclusive, do Cirque du Soleil, o chef e um dos proprietários do Choripan, João Scalzo, junto com o sócio e bartender Carlos Fracaro, criou a receita exclusiva das linguiças artesanais do gastrobar. Elas são produzidas com carnes nobres, autorizadas pelo Ministério da Agricultura e dentro dos critérios de qualidade exigidos pela Vigilância Sanitária. As cinco toneladas anualmente preparadas têm o selo da fabricante local Defumados Ganchinho. “Conseguimos oferecer um produto de qualidade, que os brasileiros adoram e por um valor completamente acessível”, comenta Scalzo. Os sanduíches custam R$ 15.

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Daniel Castellano / Gazeta do Povo

O descolado imóvel localizado no São Francisco, recebeu R$ 70 mil iniciais há cinco anos. A segunda unidade, no bairro Rebouças, foi possível com recursos de 50% do faturamento da primeira – cerca de R$ 200 mil, três anos depois. Até o final do ano será aberta a terceira unidade do Choripan na capital paranaense, no Juvevê. Fora do estado, há negociações avançadas em Bauru e Joinville. “A preferência é expandir para regiões centrais do país e cidades com temperaturas mais elevadas, onde o público naturalmente faz um melhor aproveitamento dos espaços da cidade”, afirma Scalzo.

Locais do interior do Paraná, como Maringá, Toledo e Cascavel, são alvos, assim como municípios da região metropolitana de Curitiba, como Araucária, São José dos Pinhais e Pinhais, revela o empresário. “Elas são interessantes, pois estão crescendo muito e demandam cada vez mais por produtos de maior qualidade.” O Choripan tem um faturamento mensal de R$ 185 mil e fechou o ano de 2017 com um volume de R$ 2,2 milhões em vendas. A estimativa é crescer cerca de 50% a cada ano, nos próximos anos, com a abertura de três a cinco lojas por período.

Porco no menu

O modelo do Porks, gastrobar especializado em pratos com carne suína, já começou exportado. A primeira unidade da marca foi inaugurada em Belo Horizonte em agosto de 2017 e dois meses depois é que foi lançado em Curitiba. O estabelecimento é dos mesmos sócios do Mr. Hoppy, que conhecem bem o mercado mineiro. Motivados pelo sucesso da combinação hambúrguer e chope na capital paranaense, resolveram adaptar o modelo ao paladar local.

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Marco Charneski/ Tribuna do Parana

“O porco é um dos maiores representantes da culinária de Minas Gerais e o ingrediente ganhou muita força nos últimos anos, além de, sem dúvida, ser o que mais harmoniza com cerveja”, afirma o sócio-proprietário do Porks, José Araújo Netto. O menu tem preço único de R$ 10, com sanduíche de pernil, hambúrguer de bacon, costelinha, torresmo em tiras, linguicinha artesanal e mandioca com bacon.

Hoje são duas lojas em Curitiba e duas em Belo Horizonte, que devem render um volume de R$ 4,5 milhões em vendas em 2018, 350% a mais que no ano passado. O modelo de franquia está pronto e pede um investimento inicial de R$ 135 mil, com faturamento médio de R$ 100 a R$ 150 mil por mês.

Sustentabilidade

A cidade de São Paulo ganhou no último dia 5 a primeira unidade do curitibano Sirène, especializado em cones de fish n´ chips (tiras de tilápia empanadas e servidas com batatas rústicas). A loja do gastrobar inspirado no universo das sereias está em plena Avenida Paulista e é a primeira franqueada da marca, assim como a primeira fora de Curitiba, onde há três unidades próprias. “Ouvi falar, experimentei e não consegui mais parar”, conta o franqueado Fábio Arazaki.

Nascido em Londrina, ele nunca trabalhou com gastronomia, mas aposta na força e no formato da marca. “Sempre quis me arriscar no mercado paulista e acredito que a aceitação do público em São Paulo será tão boa quanto em Curitiba.” Estão previstas franqueadas também em Florianópolis, Joinville e Maringá. A marca pretende faturar R$ 3 milhões este ano e abrir mais dez lojas em 2019, com negociação inclusive fora do país, na lusitana Porto.

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Henry Milleo/Gazeta do Povo

A criatividade do Sirène passa pela sustentabilidade, que é uma tendência mundial, como lembra Cherto. A filosofia sustentável atrai as pessoas, mesmo que não signifique uma economia financeira para o negócio, diz ele. “As pessoas estão mais exigentes e não querem desperdiçar, além de qualidade com o básico. Mesmo quem não tem problema financeiro começa a questionar o que é justo.”

O Sirène tem dois sistemas dentro de um conceito sustentável, que agregam valor à marca. Um deles funciona como um clube vip, no qual o cliente adquire por taxa única e com benefícios de consumo uma caneca exclusiva de vidro, que fica no restaurante para sempre que ele quiser consumir seu chope. Hoje são mais de 400 canecas “apadrinhadas”.

Em outro, o cliente compra por R$ 5 um copo retornável personalizado, desenvolvido em conjunto com a ONG Parceiros do Mar. “As casas geram um lixo de 12 mil copos descartáveis ao mês, em média. A ideia é reduzir esta produção com a diminuição do consumo desses copos”, explica o sócio-proprietário Afonso Natal. Toda a renda com a venda dos copos personalizados é revertida para a organização. Até hoje, o Sirène vendeu mil unidades.

Marcas locais apostam no ramo da alimentação saudável

Um dos mercados que crescem sem parar há cerca de dez anos é o de comida saudável, que movimentou R$ 93 bilhões em 2016, segundo estudo mais recente do Euromonitor Internacional. No segmento das franquias, é uma tendência que apareceu mais forte em 2017 e vem crescendo este ano. No primeiro trimestre de 2018, o setor faturou R$ 308,6 milhões – 7% a mais que o mesmo período de 2017, segundo dados da ABF.

O Paraná acompanha esta vocação e, recentemente, duas marcas curitibanas que se destacaram no segmento decidiram apostar no modelo. Uma delas é o restaurante especializado em saladas e comidas leves Tasty Salad Shop. Com cinco lojas em Curitiba, a marca acaba de passar pelo processo de aceleração do programa da BRMalls Partners, de apoio a empreendedores que estão transformando o mercado varejista, com suporte e expertise da administradora de shoppings BRMalls e mentoria da rede Endeavor, organização global de fomento ao empreendedorismo.

A rede faturou R$ 5,7 milhões de julho de 2014 a dezembro de 2017 e planeja crescer 40% sobre este montante em 2018, com a abertura de duas novas lojas, possivelmente fora do estado. Uma franquia da Tasty demanda investimento inicial de R$ 350 mil e prevê faturamento médio de R$ 130 mil.

Foco nos shoppings

O restaurante Veg e Lev, inaugurado em 2015 em uma charmosa casa tombada na Alameda Prudente de Moraes, no Centro, tem um ousado plano de expansão com foco na franquia, porém exclusivamente em ambiente de shopping. Isso porque a experiência de abrir unidades no Pátio Batel e no Shopping Curitiba recentemente superou as expectativas: o faturamento do primeiro mês das lojas foi 54% e 30% maior que a média da matriz, respectivamente.

“O shopping nos trouxe um novo olhar sobre o negócio e mostra-se o caminho ideal para democratizar e pulverizar nosso estilo de alimentação, com um modelo de franquia consistente e inteligente”, afirma o sócio-proprietário Almiro Neto, que contou com apoio do projeto Alto Potencial do Sebrae-PR, de auxílio a empresas com padrão internacional de competitividade para expansão e abertura ao modelo de franquia, junto com a escola de negócios Fundação Dom Cabral. Os modelos têm investimento inicial de R$ 175 mil e R$ 350 mil, conforme o formato.

A meta é inaugurar 16 novas lojas até 2021, chegando a um faturamento de R$ 15,360 milhões, um incremento de 430% em relação aos R$ 2,9 milhões estimados para 2018. A marca tem negociações em andamento para instalação em centros de compras de cidades do interior do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, com aberturas a partir do ano que vem. A unidade da Prudente, que recebeu investimentos de R$ 200 mil até hoje, será mantida como loja conceito.

Recomeço perto da família e com negócio próprio

O casal de contadores Fabiano Prodossimo e Cristiane Satie Oda resolveu investir as reservas na franquia, como uma oportunidade não somente de ter o próprio negócio, mas de estar mais próximo da família. Eles estão em fase de obras de instalação da primeira unidade do Mr. Hoppy em Foz do Iguaçu, com inauguração prevista para este segundo semestre. A dupla investiu R$ 180 mil no negócio em uma área de aproximadamente 200 metros quadrados, localizado na Avenida Paraná, no Centro da cidade.

Fabiano trabalhava home office e Cristiane, que também é advogada, largou o emprego formal com carteira assinada em uma instituição de ensino superior de Curitiba, há cerca de dois meses, para dedicar-se ao novo ramo. A ideia é que Fabiano toque o negócio em tempo integral, enquanto Cristiane apoia nos bastidores, com mais tempo para os cuidados com os filhos de 1 e 3 anos de idade. “Há algum tempo queríamos estar mais perto da família, que já morava em Foz. Já éramos clientes, acreditamos muito na marca e estudos apontaram a viabilidade do negócio na cidade. Foi o suficiente para apostarmos nossas fichas no negócio e recomeçar”, conta Cristiane.

Números das franquias

Choripan
Investimento inicial: R$ 80 a R$ 250 mil.
Lucratividade mensal: 18%.
Prazo de retorno: 18 meses.
Faturamento mensal: R$ 40 a R$ 100 mil.

Mr. Hoppy:
Investimento inicial: R$ 135 mil.
Lucratividade mensal: 20% a 30%.
Retorno: 6 meses.
Faturamento mensal: R$ 100 mil a R$ 300 mil.

Porks:
Investimento inicial:
Lucratividade: 25%.
Prazo de retorno: 8 meses.

Faturamento mensal: R$ 100 a R$ 150 mil.

Sirène:
Investimento inicial: R$ 130 mil a R$ 175 mil.
Lucratividade mensal: 10% a 20%.
Prazo de retorno: 12 a 24 meses.
Faturamento mensal: R$ 90 mil.

Tasty Salad Shop
Investimento inicial: R$ 350 mil.
Lucratividade mensal: 10%.
Prazo de retorno: 28 a 36 meses.
Faturamento mensal:

Veg e Lev
Investimento inicial: R$ 175 mil a R$ R$ 350 mil.
Lucratividade mensal: 12%.
Prazo de retorno: 18 a 36 meses.
Faturamento mensal: R$ 80 mil a R$ 120 mil.

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