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BNDES qualifica empresas para financiamento de projetos no setor de etanol

No total, 57 empresas demonstraram interesse em participar do processo. As companhias eliminadas não cumpriram alguns indicadores considerados obrigatórios para o exame dos projetos, segundo a Finep

  • PorAgência Brasil
  • 22/08/2011 17:54

Trinta e nove empresas foram qualificadas para apresentar os planos de negócios visando a sua inclusão no programa de financiamento conjunto na área de etanol do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O anúncio foi feito nesta segunda-feira(22), pelo BNDES.

No total, 57 empresas demonstraram interesse em participar do processo. As companhias eliminadas não cumpriram alguns indicadores considerados obrigatórios para o exame dos projetos, segundo a Finep.

De acordo com o Plano Conjunto de Apoio à Inovação Tecnológica Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico (Paiss), as empresas selecionadas nas linhas de novos produtos de cana-de-açúcar e gaseificação da biomassa de cana terão até o dia 14 de outubro para enviar às duas agências governamentais seus planos de negócio. Já para as companhias interessadas na produção de bioetanol de segunda geração, o prazo para encaminhamento dos planos de negócio termina em 18 de novembro.

A divulgação dos qualificados nesta fase está prevista para até 16 de dezembro. A concessão do apoio financeiro para os projetos ocorrerá em 2012. A expectativa que os projetos sejam desenvolvidos em até três anos, no máximo.

O Paiss prevê um desembolso de R$ 1 bilhão no período 2011/2014. O secretário técnico de Energia e Biocombustíveis da Finep, Laércio de Sequeira, disse nesta segunda-feira à Agência Brasil que o limite de recursos não deverá, contudo, ser um fator impeditivo ao desenvolvimento dos projetos. "Só para ter uma ideia, as 39 empresas significam cerca de R$ 5 bilhões em investimento. As 57 empresas iniciais davam quase R$ 8 bilhões", declarou.

Como se trata de um programa pioneiro, porque envolve todos os instrumentos financeiros que a Finep e o BNDES dispõem – "isso nunca foi feito antes" -, Sequeira disse que nada impede que a empresa que não for enquadrada dentro do Paiss, mas que tenha um bom projeto, possa pleitear financiamento às duas agências.

"Na medida em que a gente receba projetos que sejam do interesse das agências apoiar, sejam do interesse do país, e que ultrapassem os recursos disponibilizados durante o anúncio do programa, esses projetos vão ser avaliados", confirmou o gerente do Departamento de Biocombustíveis do BNDES, Artur Yabe. "Os projetos interessantes vão encontrar as fontes de financiamento no BNDES e Finep".

Yabe disse ainda que após a divulgação do resultado da seleção, as duas agências de fomento do governo definirão quais são os melhores instrumentos disponíveis para apoiar aqueles planos de negócio. A velocidade de concessão do apoio financeiro vai depender das negociações com as empresas.

O principal objetivo do Paiss, disse o secretário técnico da Finep, é aumentar a produção de etanol de segunda geração e, também, a produção com conteúdo tecnológico a partir, não do álcool, mas da planta. "Eu diria que as duas vertentes principais são o desenvolvimento tecnológico para obtenção de etanol, aumentar a produção sem aumento de área plantada, simplesmente com tecnologia. E a obtenção de produtos que tenham valor agregado maior, partindo da biomassa da cana, ou seja, do bagaço, das palhas".

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