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crise mundial

Brasil e FMI discutirão aportes ao Fundo

O Brasil discutirá com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, que chegará hoje ao Brasil, os instrumentos de aporte de recursos ao Fundo, que atualmente conta com US$ 390 bilhões em caixa. "Hoje, [o Fundo] não precisa de mais recursos. Amanhã pode precisar", disse o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Cozendey.

O Brasil, segundo o secretário, mantém a posição de que poderá contribuir para dissipar a crise internacional por meio do FMI, e não de forma direta, auxiliando algum país em particular. "O tema geral [do encontro] será a situação da economia internacional e como o FMI deve atuar, se deve haver aumento ou não de recursos do FMI", disse.

Conforme o secretário, a discussão é importante para já se conhecer o caminho no caso de o FMI precisar "amanhã ou depois" de mais dinheiro. "Se precisar, a gente já sabe como fazer, quais são os mecanismos. Essa continua a ser a maneira mais rápida e mais ágil. Há outras discussões via imprensa, mas não há maiores elementos para comentar isso", considerou.

Seguramente, de acordo com Cozendey, o assunto será discutido, mas não será tomada nenhuma decisão. "Não há nada previsto, e o uso do recursos do FMI não é uma decisão de governo", disse. Segundo o secretário, o tema deverá ser tratado também na próxima reunião do G-20, e a avaliação atual é a de que o recurso deve ficar disponível no Fundo para um país europeu ou de outra região que necessite do dinheiro.

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