• 17/09/2019 15:03
Febre suína africana

Coreia do Sul confirma caso de febre africana e inicia sacrifício de suínos

  • 17/09/2019 15:03
    • Estadão Conteúdo
    A indústria sul-coreana conta com cerca de 6 mil fazendas, que abrigam 11 milhões de porcos
    A indústria sul-coreana conta com cerca de 6 mil fazendas, que abrigam 11 milhões de porcos| Foto: Felipe Roda/ Tribuna do Paraná

    A Coreia do Sul está abatendo milhares de porcos após a confirmação de um foco de febre suína africana em uma fazenda próxima da fronteira com a Coreia do Norte. O ministro da Agricultura sul-coreano, Kim Hyun-soo, confirmou nesta terça-feira, 17, o primeiro caso no país após testes realizados em cinco animais que morreram na noite da véspera.

    Cerca de 4 mil porcos de três fazendas da região afetada devem ser abatidos ainda nesta terça. Também haverá um esforço de limpeza em outras unidades produtivas das cercanias, bem como uma paralisação de 48 horas em todas as atividades que envolvem a cadeia produtiva da carne suína.

    Desde o ano passado, a febre suína africana dizimou rebanhos na China e em outros países da Ásia antes de chegar à península coreana. A expectativa é de que ela também avance na Europa. De acordo com o jornal inglês The Guardian, o ministro da agricultura do Reino Unido, George Eustice, já mostra preocupação com uma futura ameaça da doença na região. "O nível de risco do Reino Unido está atualmente definido como médio, o que significa que um surto é esperado por aqui dentro de um ano", previu.

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