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Indústria aeronáutica

O que atrasa o Brasil na corrida das aeronaves autônomas

  • PorPatrícia Basilio, especial para a Gazeta do Povo
  • 15/08/2019 14:12
Projeto de aeronave autônoma da Airbus
Projeto de aeronave autônoma da Airbus| Foto: Divulgação/Airbus

As aeronaves sem piloto e elétricas estão perto de se tornar realidade entre os países desenvolvidos, operando principalmente como táxis aéreos. No Brasil, a demanda por este tipo de transporte é cada vez maior dada a necessidade de eficiência em mobilidade urbana de grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro. No entanto, falta de infraestrutura e burocracia para regulação dos veículos são barreiras para que eles voem comercialmente no país, segundo executivos da EmbraerX e da Airbus.

Na Labace 2019, maior evento de aviação executiva da América Latina, que termina nesta quinta-feira (15/8), em São Paulo, Darcy Olmos Mancilla, diretor de mobilidade urbana aérea da Airbus, mostrou que voar em curtos trechos se tornou uma necessidade urgente em países latinos, uma vez que 25% do congestionamento do mundo está na América Latina. “A proposta do setor é integrar as aeronaves autônomas com os demais transportes de capa país. Afinal, é um ecossistema”, afirmou o chileno.

Pesquisa realizada pela Airbus aponta que 67% dos latinos gostariam de utilizar um transporte aéreo autônomo, como helicópteros elétricos ou outras aeronaves. No Brasil, contudo, Mancilla elencou alguns fatores que dificultam esse avanço: “Regulação e manutenção dos veículos, infraestrutura do país e manejo do tráfego aéreo.”

Um grande passo já foi dado, ponderou o chileno. A Airbus lançou em 2016 uma subsidiária que atua como ‘Uber dos helicópteros’ no Brasil e no México, chamada Voom. A empresa opera em nove helipontos de São Paulo, como o Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU) e o Campo de Marte, na Zona Norte.

A EmbraerX, divisão da Embraer dedicada a negócios disruptivos, não ficou para trás. A subsidiária lançou em junho o eVTOL (Eletric Vertical Take-Off and Landing, novo conceito de carro voador elétrico, fruto de uma parceria com o Uber em 2017.

De acordo com André Stein, diretor de estratégia da Embraer, a empresa pretende testar táxis voadores a partir do ano que vem em Dubai, nos Emirados Árabes. “Acreditamos muito na mobilidade autônoma e 100% elétrica. Mas a tecnologia tem de ser simples”, explicou o engenheiro, sobre o eVTOL.

Stein destaca que o carro voador tem acessibilidade, gera pouco ruído e é sustentável. Ou seja, a bateria não agride o meio-ambiente ao ser descartada. “Não vamos abrir mão de nada que garanta a segurança do usuário. Por isso, não temos concorrentes. Queremos a colaboração de outros parceiros, até competidores regionais”, afirmou o executivo.

Em comemoração aos 50 anos da Embraer e sucesso do eVTOL, amantes de aviação podem conhecer e até sugerir um nome para o carro voador no site da EmbraerX: https://embraerx.embraer.com/global/en/name-your-evtol.

Startup de táxi aéreo oferece programa de pontos

Com a crescente demanda por transporte aéreo no Brasil, a Flapper, startup de aviação executiva sob-demanda, anunciou nesta terça-feira (13/8) uma parceria com a Livelo, empresa que faz gestão de programa de pontos.

"A aviação privada, quando otimizada, pode se tornar uma opção convencional do viajante frequente. Com o programa de fidelidade em vigor, pretendemos aumentar a recorrência em pelo menos 30% ao mês", prevê Paul Malicki, CEO da Flapper.

Para a Livelo, a parceria com a startup é uma resposta aos pedidos do próprio público por um serviço aéreo premium. "Queremos impulsionar o setor de recompensas e isso só é possível a partir de parcerias arrojadas como essa”, observa Marcelino Cruz, diretor de relações comerciais e trade marketing da companhia.

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