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Poder de compra

Consumidores parcelam tudo

Depois de três meses de procura, o operador de manufatura Gílson Antônio Alves comprou ontem um computador na Lojas Colombo. Segundo ele, valia mais a pena adquirir um novo do que consertar o monitor queimado do antigo. "Paguei a entrada em dinheiro e parcelei as demais em dez vezes, porque assim cabe no orçamento", disse Alves, acrescentando que o preço do produto está mais baixo e os juros, menores.

Os telefones celulares também ficaram mais baratos, disse a comerciante Maria Doroti Boshoski. Ontem, ela comprou um aparelho na Lojas Salfer. "Comprei o mesmo modelo em janeiro deste ano por R$ 299 e agora custou R$ 199." Segundo ela, valeu a pena parcelar em dez vezes. "À vista não tinha desconto e parcelado não tem juros."

O pintor Laudemir José de Sena esteve ontem em uma filial da MM-Mercadomóveis para buscar um brinde que ganhou pela compra de um celular que fez há dez dias. Sena diz não gostar de comprar à vista, e por isso aproveita a facilidade do crédito. "Vou pagar em três vezes no crediário próprio da loja." Na semana que vem, ele vai assumir outra prestação, de nove meses, para comprar uma tevê de plasma de 32 polegadas. Na mesma loja, a química Claudete Leite pesquisava preços. Segundo ela, a renda familiar não aumentou, mas o parcelamento em até dez vezes facilita a compra.

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