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Trabalho

Desemprego atinge os jovens

Faixa etária dos 16 aos 24 anos é a que mais sofre com a falta de vagas. Nas seis maiores regiões metropolitanas, desocupados já são 2 milhões

  • PorDas agências
  • 24/04/2009 21:01
Confira a evolução da taxa de desemprego |
Confira a evolução da taxa de desemprego| Foto:

Rio de Janeiro - O aumento na taxa de desemprego provocado pela crise está afetando sobretudo a população mais jovem, segundo destacou o gerente da pesquisa mensal de emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo. Em março, a taxa de desemprego para a faixa etária de 16 a 24 anos subiu para 21,1%, a maior desde agosto de 2007. Em fevereiro, a taxa para esse grupo era de 18,9%. No geral, a taxa de desemprego apurada pelo IBGE em março, de 9,0% – a maior desde agosto de 2007, quando chegou a 9,5%. A taxa é exatamente a mesma apurada em setembro de 2007.

Segundo Azeredo, a taxa de desemprego para a faixa entre 16 e 24 anos é geralmente mais alta porque falta qualificação e experiência, dificultando a inserção no mercado de trabalho. "Com a chegada da crise e um número maior de pessoas procurando trabalho, a qualificação e a experiência vão falar ainda mais alto", disse. No que diz respeito ao desemprego por anos de estudo, a faixa mais afetada pela crise é a de desocupados com 8 a 10 anos de estudo, ou seja, que não completaram o segundo grau. Para esse grupamento, a taxa de desemprego subiu de 10,3% em fevereiro para 11,3% em março.

O número de desempregados em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife (as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE) cresceu 141 mil em relação ao mês anterior e superou os 2 milhões pela primeira vez desde setembro de 2007. Segundo os dados do instituto, a expansão do desemprego decorre da falta de abertura de novas vagas no mercado de trabalho, o que pode ser atribuído à crise econômica internacional. Em março, o número de ocupados subiu apenas 9 mil em relação a fevereiro, enquanto a População Economicamente Ativa (PEA) aumentou 151 mil.

Para o coordenador da pesquisa, a alta de meio ponto percentual em março é "significativa", especialmente porque, nos últimos cinco anos, esse vinha sendo um mês de estabilidade ou queda no desemprego, após as tradicionais altas do início do ano.

Ele destacou ainda que o emprego com carteira assinada também mostrou sinais de deterioração. Apesar de a queda de 0,5% em relação a fevereiro ser considerada irrelevante estatisticamente, a expansão de apenas 2,5% em um ano ficou bem abaixo da que vinha sendo verificada nesse tipo de comparação – em março do ano passado, por exemplo, o número de postos formais na iniciativa privada havia crescido 8,3% ante março de 2007.

Renda

Já o rendimento médio real permaneceu com bom desempenho. O valor de R$ 1.321,40 foi 5% superior ao verificado em março de 2008. Em relação a fevereiro deste ano, seis dos sete setores pesquisados apresentaram alta.

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