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A taxa de desemprego recuou pelo segundo mês consecutivo, para 7,5% em outubro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em setembro, o indicador havia ficado em 7,7%. Com a queda, a taxa se iguala à registrada em outubro do ano passado, mas segue acima da mínima registrada em dezembro, de 6,8%.

O número de desempregados nas seis regiões metropolitanas pesquisadas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre) foi calculado em 1,8 milhão, o mesmo registrado em setembro e em outubro do ano passado.

Em São Paulo, no entanto, houve alta expressiva, de 10,4% no contingente de desempregados na comparação com o mesmo mês de 2008, enquanto no Rio de Janeiro a população desempregada recuou 21,8%. A população ocupada também ficou estável nas duas comparações, em 21,5 milhões.

Rendimento

Na comparação com setembro, o rendimento médio real habitual dos ocupados ficou estável, em R$ 1.349,70. Frente a outubro de 2008, esse valor representa uma alta de 3,2%, segundo o IBGE.

De setembro para outubro, os empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado foram a única categoria a apresentar redução no rendimento médio, de 0,4%. Já os empregados sem carteira tiveram a maior alta de 0,8%. Na comparação entre meses de outubro, os empregados sem carteira assinada também viram seu rendimento subir mais: 7,2%.

Também subiram, em ambas as comparações, a massa de rendimento efetiva dos ocupados (0,4% no mês e de 2,9% no ano) e o rendimento domiciliar per capita habitual dos ocupados (0,8% no mês e de 3,6% no ano).

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