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Câmbio

Dólar sobe pela sexta sessão sob influência do exterior

Moeda americana voltou a superar a barreira dos R$ 4,00

    • Estadão Conteúdo Web
    • 16/02/2016 17:28

    O dólar emplacou nesta terça-feira (16) a sexta sessão consecutiva de ganhos ante o real, sob influência do exterior e em meio à percepção negativa em relação à economia brasileira. A leitura era de que as dificuldades persistem e, por isso, não há motivos para cotações abaixo dos R$ 4,00. Como a moeda americana também teve ganhos firmes no exterior, com novo recuo do petróleo, o resultado foi uma alta de 1,83% do dólar à vista ante o real, aos R$ 4,0707. Em seis sessões, os ganhos acumulados são de 4,36%.

    No início do dia, quando o petróleo ainda subia lá fora, o dólar chegou a oscilar em baixa. A moeda marcou a mínima de R$ 3,9913 (-0,16%) às 9h25, mas depois disso acabou se firmando no terreno positivo. Além de o petróleo ter perdido fôlego ao longo da manhã, os números que saíram no Brasil não agradaram. O IBGE informou que as vendas no varejo caíram 2,7% em dezembro ante novembro e cederam 7,1% ante dezembro de 2014. No acumulado de 2015, o varejo brasileiro teve retração de 4,3%.

    A busca pela moeda americana se intensificou no início da tarde. Além da aceleração da queda do petróleo, profissionais citaram os dados ruins divulgados nos EUA para justificar o movimento. O índice Empire State de atividade industrial em Nova York atingiu -16,64, abaixo da projeção de -10,0, enquanto o índice de confiança das construtoras caiu para 58 em fevereiro, ante projeção de 60.

    Após as 13 horas, formada a ptax do dia (R$ 4,0213, +0,82%), investidores que estavam vendidos no intraday em dólar também passaram a reduzir posições. E mais para o fim da tarde, nova onda de valorização fez o dólar à vista marcar a máxima de R$ 4,0731 (+1,89%) às 16h46. Depois, ele se acomodou um pouco e encerrou nos R$ 4,0707.

    Já na reta final, a Bovespa sustenta ganhos acima dos 2%, em sintonia com o exterior. As taxas dos contratos futuros de juros caem, em meio ao maior apetite por risco e com a percepção de que a Selic tende a permanecer em 14,25% nos próximos encontros do Copom.

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