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Comércio Exterior

Empresários da Argentina querem comprar do Paraná

  • PorHelena Carnieri
  • 26/07/2006 18:18

Representantes de 15 empresas da província argentina de Córdoba deixam o Paraná hoje, após três dias de visita, e levam na bagagem a expectativa de fechar bons negócios com empresas daqui nos próximos 30 dias. A iniciativa contribui para o crescimento das exportações do estado para a Argentina, que representava 4% do comércio exterior do Paraná em 2003 e passou a 7% no ano passado. Para o cônsul da Argentina, Emilio Neffa, o comércio entre o Paraná e o país vizinho deve atingir US$ 2 bilhões em breve – somando exportações e importações.

Os empresários argentinos visitaram ontem as montadoras Volvo e Case/New Holand (CNH), a distribuidora de peças automotivas Embrepar e os supermercados Condor e Muffato, entre outros.

"Vejo o Paraná como um dos estados mais promissores para negócios no Brasil. Aqui as pessoas estão sempre trabalhando", avalia o presidente da agência PróCordoba, Gerardo Juarez, que ficou satisfeito com parcerias que já se delinearam. O grupo veio aberto para compras e vendas.

É o caso de Gustavo Benito, sócio da Benito Agropecuaria S.H., uma montadora de peças para maquinário agrícola. Ele visitou empresas que fornecem diretamente para a Case/New Holland e acabou se entusiasmando. "São peças de primeira qualidade, pois abastecem diretamente as fábricas", diz. Benito deve fechar negócio para receber peças na Argentina. Para o cônsul, a maior vantagem para as empresas é eliminar a necessidade de intermediários, como agências de comércio exterior.

Balança

No ano passado, o Paraná vendeu US$ 730 milhões para a Argentina e comprou US$ 401 milhões. O cônsul Emílio Neffa projeta, para esse ano, um superávit paranaense de US$ 400 milhões, resultado de um comércio bilateral de US$ 1,5 bilhão de dólares, valor 36% maior do que em 2005.

Os produtos paranaenses mais comprados pelos argentinos são veículos e peças automotivas, máquinas agrícolas e produtos semimanufaturados. No ano passado, o Paraná comprou principalmente caixas de câmbio para veículos, fungicidas, azeitonas, preparados para panificação e painéis de madeira.

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