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porto de paranaguá

Fila de caminhões já tem 30 quilômetros

  • PorBianca Garmatter, correspondente, com agências
  • 07/03/2011 21:15

O novo congestionamento de caminhões na BR-277, que começou no domingo, se intensificou ontem. São pelo menos 30 quilômetros de paralisação no acostamento. Centenas de veículos carregados com soja e milho esperam na rodovia para chegar até o pátio de triagem e depois descarregar a carga no Porto de Paranaguá. A mesma situação havia ocorrido na semana passada, com normalização na sexta-feira. No entanto, voltou a chover durante o feriadão de carnaval, o que levou o porto a suspender o carregamento dos navios.

Por volta das 17 horas de ontem, a concessionária Ecovia, que administra a BR-277, registrava dois pontos de retenção. Como a concessionária e a Polícia Rodoviá­ria Federal (PRF) não permitem que os caminhões fiquem estacionados no trecho da Serra do Mar, a fila começa no quilômetro 3, onde fica o pátio de triagem do porto, vai até o 32, e recomeça no km 50. Segundo a assessoria de imprensa da Appa, tudo foi feito para que não houvesse mais congestionamento; no entanto, as chuvas que vêm caindo na região paralisam toda a operação, que só é retomada após o tempo melhorar.

Desde o começo da manhã, o caminhoneiro Josemildo Eufrá­sio Pedro, 41 anos, espera a chegada até o pátio de triagem. Segundo ele, a maior dificuldade é a espera na estrada, onde não existe estrutura. "Passamos fome e não temos onde tomar um banho", reclama.

A falta de segurança também aflige vários motoristas. Com um grande índice de assaltos e roubos de carga na BR-277, os caminhoneiros se preocupam e a maioria torce para chegar ao pátio durante o dia. "Quando fico na estrada à noite, eu nem durmo para não me roubarem", comenta o caminhoneiro Carlos Andrade, 35 anos, que já foi roubado em Paranaguá.

Caminhoneiro há mais de 30 anos, Odir Munhoz afirma que todo ano há fila de caminhões para o porto. Acostumado com a situação, ele comenta que há colegas que já evitam realizar o frete até o porto paranaense.

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