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REUNIÃO

G-20 vai discutir a crise dos déficits fiscais

  • PorAgência Estado
  • 04/06/2010 07:00

Discordâncias sobre o ritmo de redução dos déficits públicos e de como restaurar o equilíbrio da economia global devem marcar a reunião do G-20, que começou ontem na Coreia do Sul.

As fortes desvalorizações do euro e das bolsas globais, causadas por temores relacionados à dívida da Grécia e de outros países europeus, deram mais urgência às deliberações de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do G-20 na cidade portuária sul-coreana. O G-20 é o grupo das 20 principais economias do mundo, entre nações desenvolvidas e emergentes.

A reunião de Busan não deve resultar em nenhum acordo sobre reformas financeiras e regulatórias, o que incluiria uma provável taxa bancária global. Por isso, o principal item da pauta deve ser a necessidade de buscar um equilíbrio entre ajustes fiscais e crescimento sustentável.

"Os países com déficits orçamentários elevados precisam assegurar que podem lidar com esses déficits", disse o ministro britânico das Finanças, George Osborne, antes de embarcar de Pequim para Busan. "Países superavitários também precisam fazer sua parte para contribuir com o crescimento econômico, e esse será um dos grandes tópicos para discussão na Coreia."

O secretário americano do Tesouro, Timothy Geithner, concordou que o equilíbrio correto entre arrocho e crescimento é um "imperativo compartilhado" pelo G-20. "Como diz o Fundo Monetário Internacional (FMI), queremos que essas reformas fiscais ocorram de modo amigável com o crescimento", disse Geithner na quarta-feira a jornalistas em Washington. "Alguns países estão numa posição fortíssima. Alguns países precisam se mexer muito mais rapidamente." Outra fonte do G-20 usou uma metáfora náutica: "a crise na zona do euro mostrou que alguns países terão de abandonar os estímulos fiscais antes do previsto mas nem todos devem correr para o outro lado do barco ao mesmo tempo".

Até agora, os países do G-20 discutiram apenas quando reverter os estímulos adotados contra a crise. Na terça-feira, o Canadá se tornou o primeiro país do G-7 (países mais ricos) a elevar sua taxa básica de juros nesse período. Também fazendo escala em Pequim a caminho de Busan, o ministro canadense das Finanças, Jim Flaherty, disse que está chegando a hora de implementar "estratégias de saída". Vice-ministros fizeram ontem, véspera do início do evento, reuniões preparatórias que, por sua vez, servem como prelúdio para a cúpula do G-20 nos dias 26 e 27 de junho em Toronto.

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