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Guedes quer sincronizar abertura comercial à redução de impostos para não prejudicar indústria

Na visão do futuro ministro da Economia de Bolsonaro, a indústria brasileira está entrincheirada, tentando se proteger da competição externa com a ajuda de incentivos tributários e subsídios

    • Folhapress
    • 30/10/2018 17:54
    Fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campos, São Paulo. | Volkswagen/Divulgação
    Fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campos, São Paulo.| Foto: Volkswagen/Divulgação

    O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta nesta terça (30) que a fusão dos ministérios da Fazenda e Indústria tem como objetivo reduzir a carga tributária sincronizada com uma política de abertura comercial.

    Segundo Guedes, a abertura deverá ser gradual para não prejudicar a indústria brasileira que em sua avaliação, está entrincheirada, tentando se proteger da competição externa com a ajuda de incentivos tributários e subsídios.

    “Quem tem lobby consegue desoneração e quem não tem vai para o Refis [programa de renegociação de dívidas tributárias]”, disse.

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    A redução da carga tributária e a simplificação dos impostos teria como objetivo interromper esse círculo vicioso e permitir o ganho de competitividade por meio da abertura comercial. “Não vamos fazer uma abertura abrupta para prejudicar a indústria brasileira, ao contrário, vamos retomar o seu crescimento com juros baixos, reformas fiscais e desburocratização”, afirmou.

    “A razão do ministério da indústria e comércio estar próximo da economia é justamente para isso. Não adianta a turma da Receita ir baixando os impostos devagar e a turma da Indústria abrir muito rápido. Isso tudo tem que ser sincronizado, com uma orientação única”.

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    Guedes afirmou que ainda não começou a tratar de nomes para chefiar as estatais. Sobre a subvenção do diesel, o futuro ministro afirmou que uma opção foi elaborada, mas ainda não deu tempo de levá-la ao presidente eleito.

    Guedes afirmou que ainda não convidou nomes que estão no governo para ficar. Mansueto de Almeida, secretário do Tesouro, e Marcos Mendes, secretário especial da Fazenda, são cotados os mais cotados para ficar.

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