i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Comércio

Indianos entram em greve nacional contra reformas econômicas

Centenas de milhares de proprietários de lojinhas familiares aderiram à greve, temendo que a abertura a empresas estrangeiras os deixe sem espaço no varejo

  • PorReuters
  • 20/09/2012 08:10

Escolas, empresas e órgãos públicos não funcionam nesta quinta-feira (20) em muitas partes da Índia, e manifestantes bloquearam estradas e ferrovias como parte de uma greve geral de 24 horas contra as profundas reformas econômicas anunciadas na semana passada pelo governo.

O Partido Bharatiya Janata e outras legendas de oposição, tanto de esquerda quanto de direita, convocaram o protesto contra o aumento de 14% no preço do diesel, que é fortemente subsidiado, e contra a autorização para que redes de supermercados estrangeiras invistam no país.

O partido Congresso Trinamool, principal aliado do primeiro-ministro Manmohan Singh e de seu partido, o do Congresso, ameaçou abandonar a coalizão até sexta-feira se as medidas não forem revertidas, o que poderia levar à antecipação de eleições.

A Confederação da Indústria Indiana pediu a Singh que não recue das reformas, vistas por empresários como cruciais para o crescimento econômico. "Boa economia raramente dá em boa política", disse a entidade, que estimou os prejuízos da greve em US$ 2,3 bilhões.

Centenas de milhares de proprietários de lojinhas familiares aderiram à greve, temendo que a abertura a empresas estrangeiras os deixe sem espaço no varejo. Empresas maiores deram folga aos funcionários ou os autorizaram a trabalhar de casa.

Bangalore, polo tecnológico do país, tinha um aspecto excepcionalmente desértico, porque muitas lojas e escritórios ficaram fechados, e o transporte público parou. Já em Mumbai, capital financeira do país, bancos e escritórios funcionavam normalmente.

Em todo o país, passageiros ficaram retidos em estações ferroviárias e pontos de ônibus. Manifestantes fizeram piquetes sobre trilhos e na saída das garagens. Em outros protestos, apoiadores do Bharatiya Janata queimaram fotos de Singh e bloquearam ruas com pneus em chamas.

"Se não protestarmos agora, o governo central vai eliminar as famílias pobres e de classe média", disse a manifestante Santi Barik, em Bhubaneswar, capital do Estado de Odisha (leste).

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.