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Clima de negócios

Índice aponta queda nas expectativas da construção civil

  • PorAmanda Milléo, especial para a Gazeta do Povo
  • 05/09/2012 21:23
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Mais otimismo, só a partir de 2013

A Sondagem Conjuntural da Construção do IBRE/FGV indica que a construção civil segue em ritmo moderado e, segundo a responsável pela pesquisa Ana Maria Castelo, deverá manter-se desta forma até o fim do ano. "O horizonte da pesquisa é de três meses. Se as empresas dizem que hoje o ritmo está moderado, é difícil imaginar que isso possa mudar rapidamente, mesmo que de repente houvesse aumento no número de famílias comprando imóveis. A mudança pode ocorrer mais para frente, a partir de 2013."

O vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR) Fernando Fabian concorda e explica que as projeções do governo para retomar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) podem resultar em uma melhora no mercado imobiliário para o próximo ano. "Nós enxergamos um volume de crédito imobiliário no Brasil correspondente a apenas 5% do PIB do país. Vemos o mercado com bastante otimismo no futuro". Segundo Fabian, 2013 poderá ter um crescimento de 5%, enquanto 2012 ficará entre 2% a 4%.

O Índice da Confiança da Construção Civil (ICST) caiu pela terceira vez seguida neste ano. De acordo com a pesquisa Sondagem Conjuntural da Construção, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV), de maio a agosto o índice sofreu redução de 5,6 pontos na comparação mensal. Em relação ao mesmo período do ano passado, a taxa mostra um recuo de 9,8% no indicador trimestral e de 12,8 pontos no mensal. "O empresário está dizendo: o setor está crescendo, mas em um ritmo menor que no ano passado", explica a coordenadora de projetos do IBRE e responsável pela pesquisa, Ana Maria Castelo.

O Índice de Confiança é resultado da média de dois componentes, a situação atual e a expectativa. De acordo com a coordenadora, quem está puxando para baixo o índice é a situação atual que, após uma estabilidade entre maio e junho deste ano, sofreu redução no último mês de 2,7 pontos. Já o índice de expectativa vem sofrendo redução desde março e, segundo o ICST, o quesito que avalia a demanda para os próximos três meses teve influência no índice, pois a variação interanual trimestral passou de -8,7% para -7,2%, entre julho e agosto.

A pesquisa aponta ainda que, das 704 empresas consultadas, 29,2% avaliaram a situação atual como 'boa', enquanto 11,1% consideram o período 'ruim'. Em 2011, 41,7% consideravam a situação 'boa' e 8,3% achavam 'ruim'. Segundo Ana Maria, o fato do indicador de 2011 ser melhor não significa que o atual esteja ruim. "A diminuição do ritmo do segmento imobiliário desde ano passado afetou 2012. Como se vendeu menos no ano passado, passou-se a construir menos este ano", explica.

No Paraná, o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR) explica que as empresas não sentiram muito os efeitos anunciados pelo índice pelo instrumento ser nacional. "Depois de 2010, que foi um ano fora da curva em volume de negócios, em 2011 e 2012 sentimos um crescimento voltando ao normal. As empresas locais, principalmente de capital fechado, não estão sentindo o fenômeno", aponta o vice-presidente da área imobiliária do sindicato Fernando Fabian.

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