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telefonia

Mais torpedo e menos papo

Receita das operadoras com mensagens de texto, downloads e acesso à internet subiu 54,5% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado

  • PorFolhapress e Agência Estado
  • 14/09/2010 21:17
Proporção de serviços de dados na receita das empresas de telefonia celular chegou a 16% no segundo trimestre | Daniel Derevecki/ Gazeta do Povo
Proporção de serviços de dados na receita das empresas de telefonia celular chegou a 16% no segundo trimestre| Foto: Daniel Derevecki/ Gazeta do Povo

Nokia

Celular top de linha será feito no Brasil

Folhapress

Londres - Enquanto a dança das cadeiras está a pleno vapor nos escritórios globais da Nokia, no Brasil a companhia concentra-se em três estratégias principais, segundo o presidente Almir Narcizo. Uma delas é a venda do C3, celular destinado a mercados emergentes e que inclui funções relacionadas a navegação em redes sociais e conexão sem fio à internet. O modelo será vendido por R$ 349 até o fim do mês. Outra aposta é a fabricação local do N8, modelo top de linha da companhia e que será produzido em Manaus a partir deste mês. Parte da produção será dedicada ao mercado local, onde o aparelho é vendido por R$ 1.499, e o restante será exportado. Além disso, a companhia pretende focar-se também na inauguração de lojas próprias e franqueadas que terão o apelo de consultoria de vendas para os consumidores. Já existe uma unidade em funcionamento no Rio.

São Paulo - A maior competição e a maturidade do mercado de telefonia celular estão reduzindo a receita de voz das operadoras móveis, obrigando as empresas a encontrar nos serviços de valor adicionado novas fontes de faturamento. O gasto com torpedos, música e acesso à internet pelo celular cresceu 54,5% no segundo trimestre deste ano, na comparação com igual período em 2009. A receita das operadoras com serviços de dados (tudo menos serviço de voz) foi de R$ 2,8 bilhões no segundo trimestre deste ano, representando um avanço de 54,5% em relação ao mesmo período do ano passado, destaca o estudo Mavam, elaborado pela empresa de gestão de dados Acision, divulgado ontem em parceria com a consultoria Teleco.

A representatividade dos serviços de dados na receita das operadoras atingiu 16,3% entre abril e junho em comparação aos 11,9% do mesmo intervalo do ano passado. É pouco se comparado com países como Japão, onde cerca de 50% da receita das operadoras é relativa a serviços de dados. "Por tudo o que temos analisado, a tendência é esse porcentual aumentar cada vez mais e de uma forma ainda mais rápida", diz Rafael Steinhauser, presidente para a América Latina da Acision. Os principais serviços de dados que puxam os serviços de valor adicionado são as mensagens de texto, com uma fatia de 45%, e internet, com 44%. No caso dos serviços de mensagens, cerca de 76% utilizaram SMS no últimos três meses, seguido por IM (10%), MMS (5%) e e-mail (3%).

Entre as empresas de telefonia que operam no Brasil, a Vivo é a que apresentou a maior fatia de sua receita com serviços de valor adicionado, com um total de 21,6%. Isso garantiu para a empresa um faturamento total de serviços de R$ 1,219 bilhão no segundo trimestre, com avanço de 88% sobre o mesmo intervalo de 2009. Com 185 milhões de celulares, o Brasil possui uma densidade de 95,6 celulares por 100 habitantes. Projeções da Teleco dão conta de que, neste semestre, o país deve ultrapassar a barreira de 100 celulares para cada 100 habitantes.

Internet móvel

O levantamento destaca ainda que a banda larga móvel já superou o acesso fixo à internet. Segundo a pesquisa, há no Brasil 13,9 milhões de acessos móveis, sendo 3,5 milhões de terminais de dados 3G e 10,4 milhões via aparelhos. Entre os que usam os aparelhos, 82% declararam ser para uso pessoal, principalmente para acesso a e-mail ou navegação na web. Por outro lado, entre aqueles que não utilizam a internet móvel, 61% dizem não ver a necessidade e 42% apontam que o preço é muito alto. Em termos da qualidade da internet móvel, 60% informaram considerar ótima ou boa, apesar de a velocidade baixa ainda ser apontada como um problema.

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