i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Encontro

Mantega defenderá no G-20 novas medidas e coordenação de países

  • PorAgência Estado
  • 10/10/2008 21:57

Só com medidas novas e coordenação de governos será possível vencer a crise, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao anunciar a linha de seus pronunciamentos, hoje, no Fundo Monetário Internacional (FMI) e na reunião do Grupo dos 20 (G-20), formado por ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais das maiores economias desenvolvidas e emergentes. As autoridades do mundo rico, segundo ele, insistem na aplicação de políticas tradicionais, insuficientes para resolver a atual turbulência financeira. Ele não quis adiantar, no entanto, detalhes de suas propostas, nem da orientação recebida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, ex-ministro da economia da França, também tem defendido a adoção de políticas novas e a ação conjunta dos governos, mas não tem feito segredo de suas idéias.

O ministro brasileiro, presidente do G-20 em 2008, convocou o encontro por sugestão do secretário do Tesouro americano, Henry Paulson. Para este, será mais uma reunião paralela à Assembléia Anual do FMI e do Banco Mundial. Ele reuniu-se ontem, na sede do Tesouro, com seus colegas do Grupo dos 7 (G-7), os ministros de Finanças das outras seis maiores economias capitalistas – Canadá, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália.

Analistas de Wall Street, no fim da tarde, atribuíram a breve reação da bolsa a expectativas favoráveis em relação ao G-7, que, de fato, anunciou disposição para enfrentar a crise com todas as forças.

Segundo Mantega, as medidas anunciadas nos últimos dias pelo governo americano ainda não surtiram efeito porque não entraram em vigor. O mercado de capitais, em sua avaliação, atingirá o fundo do poço nas próximas semanas. Mas ele procurou exibir tranqüilidade. Ao contrário de alguns de seus colegas, assegurou, não tem perdido o sono.

O diretor do FMI para o Hemisfério Ocidental, Anoop Singh, também mostrou otimismo em relação ao Brasil. Reafirmou a expectativa de crescimento econômico de 3,5% em 2009, indicada no Panorama Econômico Mundial divulgado esta semana, e elogiou a disposição do governo de elevar de 3,8% para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) a meta de superávit primário das contas públicas. "Não vemos na região nenhuma complacência em relação à crise", disse o economista, mencionando o caso do Brasil como ilustração.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.