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Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, fala em reunião com estudantes brasileiros da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo | REUTERS/Paulo Whitaker
Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, fala em reunião com estudantes brasileiros da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo| Foto: REUTERS/Paulo Whitaker

Depois de trocarem farpas em novembro passado por causa de uma injeção de US$ 600 bilhões na economia americana que agravou o problema da valorização das moedas de países emergentes, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, e o ministro da Fazenda brasileiro, Guido Mantega, se encontram nesta segunda-feira. A reunião busca preparar a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao país, em março. Geithner será recebido também pela presidente Dilma Rousseff.

Os dois comandantes da área financeira têm um desafio: propor medidas concretas a serem anunciadas por Dilma e Obama. No Planalto, a ordem é transformar o encontro dos dois chefes de Estado em uma estreia marcante de Dilma no cenário internacional. Para tanto, é preciso ter resultados a mostrar.

Do lado americano também há a intenção de estabelecer uma relação de qualidade com o Brasil. A vinda de Geithner, uma autoridade do primeiro time governamental, dá o tom do que esperam os americanos.

O desejo de estabelecer uma relação com os EUA mais próxima do que se viu no governo Lula contaminou até o ministro Mantega, que nunca hesitou em apontar a responsabilidade dos EUA na chamada "guerra cambial". Ele não pretende abrir mão de seus pontos de vista nem deixará de pontuá-los, mas pretende ser mais suave nas manifestações públicas, segundo se comenta nos corredores do Ministério. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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