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E-COMMERCE

Greve dos caminhoneiros afeta entrega de produtos comprados pela internet

Com parte das rodovias bloqueadas, comércio eletrônico amplia prazo para entrega de encomendas

  • PorDa Redação, com Estadão Conteúdo
  • 29/05/2018 17:16
Correios informaram que, até a última sexta-feira (25), o número de encomendas entregues pela instituição em todo o país foi cerca de 40% menor na comparação com um dia normal | Albari Rosa/Gazeta do Povo
Correios informaram que, até a última sexta-feira (25), o número de encomendas entregues pela instituição em todo o país foi cerca de 40% menor na comparação com um dia normal| Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

A greve dos caminhoneiros, que nesta terça-feira (29) chegou ao seu nono dia, está afetando o prazo de entrega dos produtos comprados via internet. Os comércios eletrônicos estão colocando avisos em seus sites ou informando diretamente a seus clientes que os prazos foram ampliados ou que as entregas podem sofrer atrasos devido aos pontos de bloqueios nas rodovias. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), os atrasos podem chegar a sete dias nas capitais e a 11 dias no interior, mas essa é uma estimativa para todo o setor e os prazos podem variar de acordo com o site em que a mercadoria foi comprada e a cidade de entrega.

Os e-commerces acabam sendo afetados pela greve dos caminhoneiros porque dependem de transportadoras ou do serviço dos Correios para entregar as encomendas. Tanto as transportadoras privadas quantos os Correios estão tendo dificuldades para fazer as entregas devido às interdições em parte das rodovias do país.

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Os Correios informaram que, até segunda-feira (28), o número de encomendas entregues pela instituição em todo o país foi cerca de 45% menor na comparação com um dia normal, porque parte dos caminhões da empresa não conseguiu chegar ao seu destino final em razão de bloqueios nas estradas ou devido à falta de combustível.

As encomendas que já se encontravam nos centros de distribuição dos Correios continuaram sendo entregues normalmente. Já para os pacotes que estavam em trânsito (na rua) ou que ainda não haviam saído para transporte quando a greve dos caminhoneiros começou, os Correios informaram que “ainda não é possível mensurar, com precisão, o tempo necessário para regularização das entregas, pois dependerá do período que durar a paralisação”.

Os Correios informaram, também, que suspenderam temporariamente as encomendas com dia e hora marcados (Sedex 10, Sedex 12 e Sedex Hoje). Os demais tipos de postagem (Sedex convencional, PAC, serviço internacional, malote, carta, FAC, impresso, mala direta, Correios Entrega Direta e Remessas Econômica/Expressa) estão sendo recebidos, porém os prazos de entrega estão sendo estendidos em função da greve.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) estima que os atrasos para entrega de encomendas compradas online podem chegar a sete dias nas capitais e a 11 dias no interior. Já a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) afirma que não há como estimar o tempo para a regularização dos serviços. “Isso vai depender do tempo que vai levar para as frotas começarem a rodar novamente”, diz a instituição em nota.

O Mercado Livre, um dos maiores e-commerces em atuação no país, é um exemplo de empresa que está comunicando aos seus vendedores e consumidores a necessidade de ampliação do prazo de entrega. Muitos dos produtos disponíveis no site só possuem data de entrega a partir da segunda ou terceira semana de junho. O prazo, porém, varia de acordo com cada tipo vendedor e cidade.

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Impacto econômico

Além do atraso nas entregas, o e-commerce também sente outro impacto negativo da greve. O setor de comércio eletrônico registrou queda de 40% no número de pedidos realizados na última semana em comparação às últimas três, segundo dados da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb.

A Ebit, instituição que mede o desempenho do varejo digital no Brasil, reduziu a estimativa de crescimento do setor para o mês de maio de 20,7% para 13,3%, uma queda de 7,4 pontos percentuais. Essa queda representa uma perda estimada de R$ 280 milhões, já que a expectativa inicial era de um faturamento de R$ 4,58 bilhões e, com a redução, a estimativa é de R$ 4,30 bilhões.

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