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  • Kanarski, do Grupo OM: não há fórmulas, cada caso é um caso

O sonho de qualquer empresa é ser a primeira a aparecer quando o consumidor faz uma pesquisa no Google, o buscador mais popular do mundo. Isso é possível e alguns números justificam os investimentos para alcançar essa posição. Segundo dados do Comscore, ferramenta de mensuração de audiência on-line, o Google é usado em nove de cada dez buscas realizadas por brasileiros na web, cita Fernando Kanarski, coordenador de novas mídias da HouseCricket Digital&Direct, empresa do Grupo OM Comunicação Integrada. Além disso, completa, dados de uma pesquisa divulgada pelo IAB Brasil em 2012 mostram que 65% dos brasileiros conectados usam a internet para pesquisar produtos que desejam comprar em lojas físicas.

Há duas formas de aparecer no topo dos resultados da busca. Para Kanarski, a mais interessante para uma estratégia a longo prazo é o uso das técnicas de SEO, responsáveis por melhorias nos resultados da busca orgânica (gratuita). De acordo com ele, isso se dá pela otimização do site a ser indexado e aumento de sua visibilidade, já que um dos principais fatores para o melhor posicionamento é a quantidade de outros sites falando do site da empresa.

O coordenador de novas mídias diz que não existe um custo fixo para o SEO. O tamanho do projeto, o segmento da empresa e a visibilidade a ser alcançada fazem o valor crescer, pois o posicionamento no Google depende de diversos fatores e trabalho contínuo. "O custo precisa ser estimado caso a caso sendo que melhores resultados implicarão geralmente em maior investimento", completa.

Pagos

Antonio Maganhotte Junior, diretor de Desenvolvimento da Polvo Digital, diz que a outra forma é por links patrocinados, que são aqueles apresentados na parte superior sob fundo amarelo claro e na lateral direita. Eles podem ter seu posicionamento alterado com base na compra de palavras chaves, através do Google AdWords, plataforma de anúncios do Google. O que define seu posicionamento basicamente é o valor ofertado pelas palavras chaves, como numa espécie de leilão de palavras.

Aqui é preciso fazer um investimento. "Não existe um custo fixo. É recomendado um investimento mínimo para que se alcance um bom volume de cliques e visibilidade frente aos concorrentes", explica Kanarski. Como o orçamento diário é definido pelo cliente, não há o risco de um gasto superior ao estipulado, pois a ferramenta do Google deixará de exibir os anúncios quando não houver mais saldo, afirma Junior.

Em ambos os casos, os clientes precisam procurar serviços qualificados. Kanarski sugere que, para ter links patrocinados, o ideal é contar com empresas certificadas pelo Google. Também é preciso ter "conhecimento das ferramentas de análise e capacidade de extrair informações relevantes dos dados fornecidos por essas ferramentas", segundo Junior. Kanarski diz que no caso de SEO, é importante solicitar casos comprovados de sucesso na construção ou otimização de sites para o Google.

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