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Análise

Parcela extra do seguro - desemprego será estendida

“O Brasil está dando sinais inequívocos de recuperação. Eu sou o lado otimista do [ministro da Fazenda, Guido] Mantega. Ninguém contrata com carteira assinada se estiver tendo prejuízo.” Carlos Lupi, ministro do Trabalho | Marcello Casal Jr/ABr
“O Brasil está dando sinais inequívocos de recuperação. Eu sou o lado otimista do [ministro da Fazenda, Guido] Mantega. Ninguém contrata com carteira assinada se estiver tendo prejuízo.” Carlos Lupi, ministro do Trabalho (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)

Brasília - Ainda nesta semana, o governo irá anunciar uma nova lista de trabalhadores que serão beneficiados com as duas parcelas extras do seguro-desemprego, com base nos dados do quadrimestre encerrado em abril. Essa medida foi criada neste ano para ajudar as pessoas que perderam emprego desde o fim do ano passado. O pagamento é feito automaticamente, mas a lista é restrita aos setores e estados que registraram queda no emprego por causa da crise.

Em março, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) autorizou a liberação do pagamento das parcelas adicionais do seguro-desemprego para os 103 mil trabalhadores demitidos sem justa causa em dezembro do ano passado, em função dos efeitos da crise econômica. "Com esse estudo que fechamos hoje, com certeza ampliaremos para alguns setores, daqueles que foram demitidos em janeiro’’, disse o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

Hoje, o benefício varia de três a cinco meses, dependendo do tempo em que o trabalhador ficou no emprego – o seguro vai de R$ 465 a R$ 870, sendo o valor médio pago de R$ 595,20. Nos casos especiais, as parcelas podem chegar a sete meses.

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