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Pessimismo no exterior derruba Bolsas e faz dólar voltar a subir

Apesar da alta de 0,24%, a moeda norte-americana se manteve abaixo dos R$ 3,70

    • Folhapress
    • 23/10/2018 19:01
    Interior da Bolsa de Nova York. Desaceleração do mercado chinês foi um dos fatores que pressionaram as bolsas no exterior e no Brasil. | Drew Angerer/AFP
    Interior da Bolsa de Nova York. Desaceleração do mercado chinês foi um dos fatores que pressionaram as bolsas no exterior e no Brasil.| Foto: Drew Angerer/AFP

    O mercado doméstico brasileiro não conseguiu passar incólume ao dia negativo do exterior e, nesta terça-feira (23), Bolsa brasileira recuou. O dólar voltou a subir, mas conseguiu se manter abaixo do patamar de R$ 3,70.

    A moeda americana terminou o dia em alta de 0,24%, a R$ 3,6970. No exterior, o dia foi negativo para emergentes. De 24 divisas, o dólar ganhou força sobre 16.

    Já a Bolsa brasileira recuou 0,35%, a 85.300 pontos, contagiada pelo exterior negativo. As perdas arrefeceram ao longo do dia, conforme os mercados americanos também reagiam.

    Entre as principais perdas estiveram Vale (que tem como maior cliente a China) e Petrobras, as duas companhias que ajudaram a sustentar a valorização do Ibovespa na véspera.

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    No cenário externo, investidores seguem preocupados com a desaceleração chinesa, a crise orçamentária da Itália e a dificuldade de um acordo para a saída do Reino Unido da União Europeia (o Brexit) e, por fim, com os rumos da economia americana.

    Os principais índices asiáticos, europeus e americanos fecharam em queda nesta terça (23). “No exterior, persistem muitas dúvidas sobre as reações da Itália e União Europeia por conta do orçamento deficitário de 2019. O primeiro ministro Conte disse não existir plano “B” e que está ansioso para reunião com a União Europeia para explicar”, escreveu Alvaro Bandeira, da Modalmais.

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    No mercado doméstico, o noticiário político foi um pouco mais esvaziado. Investidores seguem atentos às pesquisas eleitorais – um novo Ibope será divulgação na noite desta terça (23) – e à movimentação da equipe de Jair Bolsonaro (PSL) em prol da formação de maioria no Congresso, caso seja eleito. O principal movimento recente é a articulação com o DEM, partido do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que pode ser reconduzido ao posto.

    No último Ibope*, Bolsonaro aparecia com 59% dos votos válidos e Fernando Haddad (PT), com 41%.

    *Pesquisa realizada pelo Ibope de 13/out a 14/out/2018 com 2.506 entrevistados (Brasil). Contratada por: REDE GLOBO E O ESTADO DE S. PAULO. Registro no TSE: BR-01112/2018. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Confiança: 95%. *Não sabe / Não respondeu

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