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A Assessoria de imprensa da Petrobras informou nesta quinta-feira que não comentará, por enquanto, as declarações do presidente da Bolívia, Evo Morales, de que não indenizará a estatal brasileira pela nacionalização de seus ativos no país.

Morales também afirmou que os contratos da empresa na Bolívia eram "ilegais" e inconstitucionais". O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, esteve reunido nesta quarta-feira, em La Paz, com o ministro de Minas e Energia do Brasil, Silas Rondeau, o ministro de Hidrocarburos da Bolívia, Andrés Soliz, e o presidente da estatal boliviana YPFB, Jorge Alvarado.

O executivo da empresa brasileira, no entanto, está em trânsito e apenas deverá chegar ao Brasil na tarde desta quinta-feira.

Antes das declarações de Evo Morales, a Petrobras chegou a divulgar na noite desta quarta-feira uma nota em que reiterava o o seu respeito às decisões soberanas do governo e do povo bolivianos manifestadas no decreto que nacionalizou as reservas e os ativos do setor de gás natural do país.

A nota também destacava que ambas as partes haviam concordado em fazer reuniões em nível técnico, para tratar de diferentes pontos, entre eles a condução dos negócios durante a fase de transição do controle das empresas da Petrobras para a YPFB e os preços do gás.

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