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São Paulo e Brasília

Política do governo divide economistas

Apesar de o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ter afirmado ontem que o superávit primário do setor público está dentro dos parâmetros esperados e que o governo cumprirá a meta de economia de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB), analistas estão divididos a respeito da capacidade de o governo fazer essa economia somente com o aumento de receitas.

Apesar de os resultados de abril terem apresentado um bom avanço em relação a março, o economista da Tendên­cias Consultoria Felipe Salto diz que mesmo com a previsão de crescimento da arrecadação líquida do governo central de 15%, o superávit primário chegará a 2,6% do PIB. Isso vai requerer um corte adicional de despesas oficiais equivalente a 0,7 ponto porcentual do PIB – caso não se faça a redução com recursos aplicados no PAC. Isso equivale a R$ 22,7 bilhões, além dos R$ 10 bilhões que o Poder Executivo prometeu contingenciar até dezembro.

O Secretário do Tesouro, Arno Augustin, cogita a possibilidade de o governo elevar o superávit primário neste ano, em função da perspectiva favorável de aumento de arrecadação motivada pelo forte nível de atividade.

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