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Novembro

Desemprego fica estável e renda cresce, segundo IBGE

  • PorO Globo/Globo Online
  • 21/12/2005 07:18

A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE mostrou que a taxa de desocupação não saiu do lugar de outubro para novembro, mantendo-se em 9,6% pelo terceiro mês seguido. É o quinto mês de estabilidade no desemprego. Em junho, a taxa caiu de 10,2% para 9,4% e desde então vem se mantendo neste mesmo patamar (entre 9,4% e 9,6%).

Juros altos, crise política e carga tributária elevada são alguns dos fatores que podem ter impedido a abertura de novos postos de trabalho e levado ao engessamento da taxa numa época do ano em que o número de vagas costuma aumentar para fazer frente ao aquecimento da economia no Natal.

Com relação a novembro do ano passado, porém, houve queda de um ponto percentual: há um ano, a taxa de desemprego estava em 10,6%.

A renda, por outro lado, cresceu nos dois tipos de comparação. O rendimento médio real foi de R$ 974,50, o que representa um crescimento de 0,4% em relação a outubro e de 2,1% na comparação com novembro do ano passado. O rendimento de R$ 974,50 é o melhor para novembro em três anos do governo Lula. Mas este rendimento não supera os R$ 1.069,86 registrados em novembro de 2002, último ano do governo Fernando Henrique Cardoso.

O rendimento dos homens foi estimado em R$ 1.115,50, enquanto o das mulheres ficou bem abaixo, em R$ 792,50.

Emprego Formal

O emprego com carteira assinada permaneceu estável na comparação mensal, mas em relação a novembro de 2004 houve aumento de mais 281 mil postos de trabalho.

Desocupados

O número de pessoas desocupadas (2,1 milhões) também ficou estável em relação a outubro. Na comparação novembro do ano passado, porém, foi registrada queda de 9,4%, aproximadamente 220 mil pessoas.

As mulheres representam a maioria dos desocupados: 56,5%. Esta participação porém, vem caindo nos últimos três anos. Elas representavam. em novembro de 2002, 52,1% dos desocupados; em novembro de 2003, 55,8%; em novembro de 2004; 58,3%.

Ainda entre os desocupados, 19,6% estão em busca do primeiro trabalho e 26,7% são os principais responsáveis pela família.

Em novembro de 2002, 37,6% dos desocupados tinham pelo menos o ensino médio concluído, em novembro de 2003, 39,6%, percentual que chegou a 42,2% em novembro de 2004, e, na última pesquisa, atingiu 44,4%.

Ocupados

Também o contingente de pessoas trabalhando, estimado em 20,1 milhões em novembro, não apresentou alteração na comparação com outubro, mas na comparação anual, houve crescimento de 2,0%, ou seja, uma aumento de 391 mil pessoas ocupadas.

Em todas as seis regiões pesquisadas, o número de pessoas trabalhando se manteve estável de outubro para novembro. Já na comparação com novembro de 2004, foi registrado aumento nesta estimativa nas regiões metropolitanas de: Belo Horizonte (2,9%), Rio de Janeiro (2,1%) e Porto Alegre (3,8%). Nas demais regiões metropolitanas o quadro foi de estabilidade.

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