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Quebra de sigilo

Presidente da CPMI do INSS pede audiência com Toffoli para ter acesso a dados de Vorcaro

Presidente da CPMI do INSS pede audiência com Toffoli para ter acesso a dados de Vorcaro
Viana pedirá a Toffoli que libere os dados da quebra de sigilo de Vorcaro que foram retiradas da CPMI do INSS. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), pediu nesta sexta-feira (30) uma audiência com o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), para pedir acesso aos dados da quebra de sigilo de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

No último dia 12, Toffoli determinou que todas as informações fossem retiradas da comissão e armazenadas na Presidência do Senado. Com isso, os integrantes do colegiado não podem acessar ou usar os dados.

“Solicitei formalmente uma audiência com o ministro Dias Toffoli para tratar da devolução do material retirado da CPMI do INSS”, disse o presidente da CPMI, em nota.

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Ele também anunciou que se reunirá com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para solicitar a prorrogação dos trabalhos do colegiado na próxima segunda-feira (2).

“Órfãos, viúvas e aposentados merecem respeito, transparência e, sobretudo, o compromisso efetivo do Congresso Nacional com a verdade e a responsabilização”, destacou o senador.

Nesta quinta (29), Viana apontou que Vorcaro vem sendo “blindado” de forma “surpreendente e estranha”.

“Há uma série de procedimentos que vem blindando o senhor Vorcaro de prestar esclarecimentos à população brasileira. Ele tem conseguido, de uma forma surpreendente e até estranha, apoios e resoluções que garantem a ele um sigilo que não interessa ao Brasil”, disse.

O banqueiro foi convocado para prestar depoimento à CPMI do INSS. Questionado sobre a possibilidade de Vorcaro conseguir um habeas corpus para evitar a oitiva, Viana fez um apelo ao relator.

“Nós precisamos que o banqueiro que envolveu metade da República, do próprio Parlamento, o homem que é acusado de um desfalque bilionário em nosso país, seja obrigado a falar”, afirmou.

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