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Quadrilha pode ter importado mais de R$ 3 milhões de forma ilegal

  • PorGlobo Online
  • 10/03/2006 08:59

A Polícia Federal estima que a quadrilha acusada de contrabando de uísque, perfumes e produtos eletrônicos que está sendo desarticulada nesta sexta-feira pode ter contrabandeado mais de R$ 3 milhões nos três anos que o grupo agia em Brasília. Segundo a PF, a quadrilha envolvia servidores de embaixadas com imunidade diplomática, servidores do Ministério das Relações Exteriores e uma das maiores empresas de produtos importados do país, a Brasif, além de quatro contrabandistas.

As investigações da PF, em conjunto com a Receita Federal, revelaram que o grupo usava a imunidade tributária de diplomatas de Brasília para comprar, de maneira irregular, sem impostos, e por baixo custo, toda a mercadoria importada. Com a ajuda de funcionários de uma empresa importadora (Duty Free) e com o auxílio de servidores do Ministério das Relações Exteriores, os contrabandistas usavam o nome de pessoas com imunidade diplomática - servidores de embaixadas - para comprar produtos importados sem impostos e revendê-los com lucro de até 300%. Os funcionários que emprestavam o nome também eram coniventes.

O esquema funcionava da seguinte forma: o servidor da embaixada emprestava o nome dele para os bandidos fazerem compras sem impostos na empresa importadora. Os criminosos revendiam os produtos de primeira linha, livremente, com altíssimos lucros entre os clientes de alto poder aquisitivo. Os próprios contrabandistas mantinham contato com os funcionários da importadora envolvidos e pediam a emissão de notas ocasionais e notas programadas (notas para a venda de mercadoria a pessoas que têm imunidade tributária). Os criminosos levavam pessoalmente as notas até um servidor do Ministério das Relações Exteriores, que providenciava a autorização de compra em nome de várias pessoas que têm imunidade e que serviam de fachada para a compra.

Ao todo mais de 70 policiais federais estão distribuídos em várias equipes que cumprem sete mandados de busca e apreensão, além de estarem prontas para possíveis prisões em flagrante, uma vez que há compra e venda de mercadorias todos os dias.

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