
Após a Nintendo apresentar ao público seu console portátil, em 2004, tudo indicava que a empresa que nos deu o Super Mario dominaria este reanimado setor dos games. Em menos de seis meses, a Sony revidava apresentando seu PlayStation portátil (PSP), que, embora tecnologicamente superior, não chegou a ameaçar o rival.
Cinco anos depois, parece que o PSP finalmente começa a mostrar serviço e apresentar mais do que o poder multimídia do aparelho que, desde o lançamento roda músicas e vídeos de alta qualidade. A mudança vem com o foco no principal atributo do portátil: os jogos. E cinco anos depois, a Sony parece ter conseguido atingir o principal feito do DS reunir uma boa biblioteca de jogos.
Começando pelas adaptações das maiores franquias do PlayStation para sua versão portátil (jogos como God of War, Resistance, Killzone e Ratchet & Clank tiveram boas adaptações de bolso), agora a Sony e desenvolvedores de jogos para o PSP (como Capcom, Square-Enix, Konami e Namco) começaram esta reação lançando vários games de peso apenas para o portátil. A última leva rompeu até uma barreira final: a dos jogos de luta. Até então, o PSP só contava com adaptações fracas.Mas com o trio Final Fantasy: Dissidia, Fate: Unlimited Codes e Soul Calibur: Broken Destiny a situação mudou completamente. Por estarem mais acostumados ao hardware, os programadores conseguiram extrair tudo do portátil, conseguindo gráficos e jogabilidade dignos dos melhores jogos do saudoso PlayStation 2, seu irmão mais velho. E assim, pode ser que, cinco anos após seu lançamento, o PSP comece a desequilibrar esse mercado. Se vai conseguir, é outra história.







