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Valeant compra fabricante do “Viagra feminino” por US$ 1 bilhão

Pílula foi aprovada pela agência reguladora americana nesta semana, mas ainda traz dúvidas sobre seu potencial e riscos colaterais

    • Reuters
    • 20/08/2015 17:09
    Diferente do Viagra, da Pfizer, que afeta a circulação de sangue no genital, a Addyi foi desenvolvida para ativar impulsos sexuais no cérebro | HANDOUT/REUTERS
    Diferente do Viagra, da Pfizer, que afeta a circulação de sangue no genital, a Addyi foi desenvolvida para ativar impulsos sexuais no cérebro| Foto: HANDOUT/REUTERS

    A canadense Valeant Pharmaceuticals International anunciou a compra da Sprout Pharmaceuticals, que desenvolveu a primeira droga para tratamento de libido baixa em mulheres, em uma transação de cerca de US$ 1 bilhão.

    A controversa pílula rosa para a libido feminina, Addyi, foi aprovada na terça-feira (18) pela agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês). A droga é indicada para mulheres que ainda não chegaram à menopausa e teve aprovação rejeitada duas vezes no passado devido a preocupações sobre sua efetividade e efeitos colaterais.

    A Addyi, popularmente conhecida como “Viagra feminino”, carrega um alerta forte de seu potencial risco de quedas de pressão e desmaios, especialmente quando ingerida com álcool, o que criou dúvidas sobre suas perspectivas comerciais.

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    Vendas

    Raghuram Selvaraju, diretor da corretora H.C. Wainwright & Co, estimou um máximo de vendas de US$ 100 milhões por ano do novo medicamento. O Viagra – um “blockbuster” na linguagem da indústria farmacêutica – gerou vendas de cerca de 1,7 bilhão de dólares em 2014.

    “O problema é que não sabemos o quão grande é o mercado para esta condição”, disse Selvaraju, acrescentando que “há ainda uma percepção de que isso não é uma condição médica real”.

    Também há preocupações de que o FDA foi pressionado para aprovar a Addyi, dado que o Viagra – o primeiro a tratar a disfunção erétil masculina – foi aprovado há mais de uma década.

    Diferente do Viagra, da Pfizer, que afeta a circulação de sangue no genital, a Addyi foi desenvolvida para ativar impulsos sexuais no cérebro.

    A Valeant afirmou que espera concluir a compra da Sprout no terceiro trimestre deste ano e que a Addyi comece a ser distribuída nos Estados Unidos até o final do ano.

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