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O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta segunda-feira (8) a demissão de Ricardo Vélez Rodríguez e a escolha do economista Abraham Weintraub como novo ministro da Educação. Weintraub também é seguidor de Olavo de Carvalho e defende o combate ao marxismo cultural.

INFOGRÁFICO: As polêmicas do ex-ministro Vélez no MEC

Leia também: Entenda os motivos que levaram à demissão de Vélez Rodríguez

Em um tuíte posterior, Bolsonaro corrigiu a informação de que Abraham era doutor. "Corrigindo: Abraham possui mestrado em Administração na área de Finanças pela FGV e MBA Executivo Internacional pelo OneMBA, com título reconhecido pelas escolas: FGV/Brasil, RSM/Holanda, UNC/Estados Unidos, CUHK/China e EGADE-ITESM/México", escreveu o presidente.

A saída de Vélez já tinha sido sinalizada por Bolsonaro na última sexta-feira.

"Está bastante claro de que não está dando certo", disse Bolsonaro sobre Vélez, em um evento com jornalistas. Ele é bacana e honesto, mas está faltando gestão, que é coisa importantíssima". "Na quarta-feira (4), o presidente, que havia acabado de chegar de viagem, e Vélez tiveram uma conversa de 40 minutos.

Uma edição extra do Diário Oficial da União foi publicada, com a exoneração de Vélez e a nomeação de Abraham Weintraub.

Quem é Abraham Weintraub

Abraham Weintraub é formado em Ciências Econômicas pela Universidade de São Paulo (1994) e atuou no mercado financeiro por mais de 20 anos. Entre os cargos que exerceu, foi sócio na Quest Investimentos, atuou como diretor do Banco Votorantim e no comitê de trading da BM&F Bovespa (atual B3). Mais recentemente, Weintraub tornou-se professor de Ciências Contábeis da Unifesp

Weintraub já trabalhava no governo Bolsonaro como secretário-executivo da Casa Civil, segundo cargo mais importante dentro da pasta.

O professor atuou na equipe do governo de transição. Junto com o irmão, Arthur Weintraub, foi responsável pela área de previdência no período. Os dois foram indicados a Bolsonaro pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

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