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tragédias

Relembre outros casos de atiradores em escolas do país

O último dos episódios aconteceu em uma instituição de Suzano, em São Paulo, na manhã desta quarta-feira (13)

    • Folhapress
    • 13/03/2019 12:00
    Dois atiradores encapuzados invadiram nesta quarta-feira (13) uma escola de Suzano, na Grande de São Paulo, e dispararam contra crianças e funcionários | WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO
    Dois atiradores encapuzados invadiram nesta quarta-feira (13) uma escola de Suzano, na Grande de São Paulo, e dispararam contra crianças e funcionários| Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO

    O ataque a tiros a crianças numa escola de Suzano (SP), na manhã desta quarta-feira (13), já faz parte de uma sequência de casos similares no país. 

    Episódios semelhantes aconteceram em diferentes regiões do país, com atiradores (alunos ou não) dentro de escolas abrindo fogo contra estudantes e outras pessoas. 

    Leia também: O que massacres em escolas têm em comum?

    Relembre abaixo algumas dessas tragédias.

    Salvador

    Em 2002, um jovem de 17 anos matou duas colegas dentro da sala do colégio particular Sigma, na orla de Salvador, na Bahia, e foi preso em flagrante. À época, a delegada encarregada do caso afirmou que o revólver calibre.38 utilizado pelo garoto pertencia ao pai, que era perito policial.

    O estudante sacou a arma que trazia dentro da mochila e atirou na estudante Vanessa Carvalho Batista, que estava sentada ao seu lado. Com um tiro no peito, a aluna, que cursava a oitava série, morreu na hora.

    Após o disparo, ele caminhou seis metros dentro da sala de aula e também atirou em outra colega, Natasha Silva Ferreira.

    Com três tiros no peito e na cabeça, a estudante foi socorrida por colegas e transportada para o Hospital São Rafael, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

    Amigos das duas estudantes atingidas pelos tiros informaram que o adolescente teria se revoltado com as colegas por causa de uma gincana. As duas teriam dado nota dois ao estudante em uma prova que valia cinco pontos. Inconformado com os critérios, ele teria prometido vingança.

    Leia também: Três características comuns dos atiradores em escolas

    Taiúva

    Em janeiro de 2003, em Taiúva (a 363 km de São Paulo), Edmar Aparecido Freitas, 18, ex-aluno da escola estadual Coronel Benedito Ortiz, invadiu o pátio da instituição, atirou em alunos, professores e funcionários e depois se matou. Ele utilizou um revólver calibre.38, com o qual fez 15 disparos.

    Deixou oito pessoas feridas, entre elas uma professora e o caseiro da escola. Uma pessoa morreu, e um aluno ficou paraplégico. O crime abalou a cidade de pouco mais de 5.000 habitantes.

    Realengo

    Em abril de 2011, em Realengo (zona oeste do Rio), doze adolescentes -dez meninas e dois meninos- morreram no massacre da escola municipal Tasso da Silveira. Eles foram vítimas de Wellington Menezes de Oliveira, 23, que atirou contra as vítimas na sala de aula.

    Ex-aluno da escola, Oliveira entrou na escola por volta das 8h30 e disse que buscaria seu histórico escolar. Depois, afirmou que daria uma palestra e, já em uma sala de aula, começou a atirar na direção dos alunos. Segundo a polícia, a ação durou cerca de cinco minutos. Além dos 12 mortos, outras 12 pessoas ficaram feridas -ao menos quatro em estado grave. Após o ataque, Oliveira cometeu suicídio.

    O atirador usou dois revólveres e tinha muita munição. Além de colete a prova de balas, usava cinturão com armamento. Em anotações encontradas pela polícia em sua casa, o atirador pôs a culpa pelo massacre nos que o humilharam na escola na adolescência.

    "Muitas vezes, aconteceu comigo de ser agredido por um grupo e todos os que estavam por perto debochavam, se divertiam com as humilhações que eu sofria sem se importar com meus sentimentos", escreveu ele.

    Piauí

    Em abril de 2011, um adolescente de 14 anos que se disse vítima de bullying matou um colega com golpes de faca no interior do Piauí. O caso ocorreu na zona rural da cidade de Corrente, no extremo sul do Estado.

    O rapaz disse à polícia que era "agredido quase todos os dias física e verbalmente". O menino era mais baixo e mais fraco do que o que morreu, que tinha 15 anos.

    O ataque ocorreu no pátio da escola, quando os alunos esperavam pelo ônibus. Ao ser hostilizado, o adolescente partiu para cima do colega, desferindo um golpe na virilha e outro no pescoço. O corte atingiu a veia jugular e a vítima morreu praticamente na hora.

    São Caetano do Sul

    Em setembro de 2011, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo), um aluno de 10 anos de idade que estava no 4º ano atirou na professora Rosileide Queiros de Oliveira, 38, e depois se matou na escola Professora Alcina Dantas Feijão.

    No momento do disparo, 25 alunos estavam na sala de aula. Em seguida, ele se retirou da classe e disparou contra sua própria cabeça. Ele usou um revólver calibre 38 do pai, que era então guarda civil.

    A polícia investigou à época a hipótese de que o garoto sofria bullying e que isso teria motivado o ataque. A corporação chegou a afirmar que o menino era manco e sofria gozação dos colegas, mas recuou depois.

    João pessoa

    Em abril de 2012, um adolescente de 16 anos atirou em outras três alunas de escola estadual de Santa Rita (região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba). O objetivo do rapaz era acertar um menino de 15 anos com quem havia discutido duas vezes.

    Ele efetuou seis disparos com um revólver calibre 38. As adolescentes de 17 anos tiveram alta nos dias seguintes ao ataque.

    Dois anos depois, no bairro de Mandacaru, na periferia de João Pessoa, um adolescente de 15 anos deu três tiros na barriga da estudante Maria Beatriz Souza Santana, 14, que havia sido sua namorada. O ataque aconteceu dentro da sala de aula da escola municipal Violeta Formiga.

    Goiânia

    Um adolescente de 14 anos matou dois colegas e feriu outros quatro, em outubro de 2017, em Goiânia. O  jovem utilizou uma pistola .40 da mãe, que assim como o pai é policial militar. Segundo a Polícia Civil, na época, o adolescente foi motivado por bullying. 

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