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Universidades federais

Greve de servidores será decidida nesta segunda (17)

Trabalhadores do Paraná se reunirão hoje para definir a paralisação. Caso aprovada, pelo menos 5 mil pessoas devem cruzar os braços a partir de quinta-feira (20)

  • PorAdriana Czelusniak
  • 16/03/2014 21:08
No Hospital de Clínicas, escalas devem garantir efetivo mínimo de 30% para manter serviço de emergência. | Jonathan Campos / Gazeta do Povo
No Hospital de Clínicas, escalas devem garantir efetivo mínimo de 30% para manter serviço de emergência.| Foto: Jonathan Campos / Gazeta do Povo

Professores

Insatisfeitos com as condições de trabalho e com a defasagem salarial, os professores da UFPR devem começar a discutir sobre uma possível paralisação na próxima quarta-feira. No dia 26, o tema entrará em pauta na assembleia dos docentes. Segundo o professor Vilson Aparecido da Mata, secretário-geral da Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR), a discussão será em torno do que eles chamam de "retomada da greve de 2012".

Quem são os técnicos?

Os técnicos administrativos fazem parte de uma categoria que tem várias profissões, como psicólogos, jornalistas, médicos, engenheiros, administradores, assistentes administrativos, eletricistas, copeiros, vigilantes e motoristas. São profissionais que atuam na gestão de processos de pesquisa, ensino e extensão, em hospitais universitários, no planejamento estratégico e operacional das organizações e em outras funções específicas.

Ao menos 5 mil servidores técnico-administrativos das universidades federais ameaçam entrar em greve nesta semana no Paraná. Eles seguem orientação da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra), que esteve reunida com o governo federal na última quinta-feira, mas não teve avanço significativo nas negociações. A entidade havia aprovado, no início de fevereiro, um indicativo de greve para hoje em todas as instituições de ensino superior federais do país.

A decisão de deflagração de greve será tomada nesta segunda-feira, a partir das 10 horas no pátio da Reitoria da UFPR. A mobilização no estado envolve principalmente servidores do Hospital de Clínicas (HC), da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), mas, de acordo com o Sinditest-PR, entidade que representa a categoria, a definição se estende também a trabalhadores de unidades no interior do estado e no Litoral, do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila).

Segundo Márcio Palmares, diretor do Sinditest-PR, caso decida-se pela paralisação, metade dos servidores deixará de trabalhar nas universidades do estado a partir das 13 horas de quinta-feira. No HC será mantido o mínimo de 30% do efetivo, previsto por lei, o que significa garantir apenas os atendimentos de emergência.

Em outros estados, servidores devem iniciar a greve hoje, como nas federais de Santa Catarina (UFSC) e Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade de Brasília (UnB). A categoria tem 142 mil trabalhadores efetivos em 63 universidades federais brasileiras.

Resposta

O Ministério da Educação (MEC) foi procurado pela reportagem e reafirmou que "todos os esforços estão sendo feitos por parte do governo e os espaços de permanente diálogo encontram-se abertos". Disse ainda que os pontos determinados no acordo firmado em 2012 estão em "fase de cumprimento" e que, entre as ações previstas no acordo, está a criação do Plano de Desenvolvimento Profissional dos Servidores Integrantes do Plano de Cargos e Carreira dos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE), que seria uma das reivindicações da federação dos servidores.

Reivindicações

Fazem parte das reivindicações a antecipação do reajuste de 5%, previsto para 2015, ainda neste ano – o que deve garantir aumento de 10% em 2014 – e a criação de um piso salarial de três salários mínimos e de database para a categoria. A criação de creches para atender os filhos de servidores também é exigida.

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