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Mobilização

Greve dos servidores das universidades federais começa na quinta (21)

Paralisação foi aprovada nesta segunda-feira (17). Categoria organiza escala para manter 30% do efetivo no Hospital de Clínicas

  • PorAdriana Czelusniak
  • 17/03/2014 08:40

A greve dos servidores técnico-administrativos das universidades federais no Paraná foi aprovada em assembleia por volta das 11h20 desta segunda-feira (17). Os cerca de 300 funcionários que participam da reunião no pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR) concordaram com a paralisação das atividades a partir das 13 horas da próxima quinta-feira (20).

Durante a assembleia também foi aprovado o Calendário de Mobilizações da Greve, definidos os membros do Comando Local de Greve e eleitos os seis delegados que deverão representar a categoria no Comando Nacional de Greve, em Brasília.

Ao menos 5 mil servidores devem cruzar os braços no Hospital de Clínicas (HC), na UFPR, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no Instituto Federal do Paraná (IFPR) e na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). As reitorias das instituições devem ser notificadas ainda hoje sobre a paralisação. Uma escala está sendo organizada pela categoria para manter o mínimo de 30% do efetivo do HC, previsto por lei, o que significa garantir apenas os atendimentos de urgência e emergência.

A greve no Paraná segue orientação da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra), que esteve reunida com o governo federal na última quinta-feira (13), mas não teve avanço significativo nas negociações. Até agora, servidores de outras 19 universidades de todo o Brasil já aderiram ao movimento.

Reivindicações

Fazem parte das reivindicações a antecipação do reajuste de 5%, previsto para 2015, ainda neste ano – o que deve garantir aumento de 10% em 2014 – e a criação de um piso salarial de três salários mínimos e de database para a categoria. A criação de creches para atender os filhos de servidores também é exigida.

Impacto

Mesmo antes dos docentes e estudantes definirem se vão aderir à greve, assembleias estão marcadas para discutir o assunto nos próximos dias, já se prevê o impacto que a falta dos servidores terá na estrutura das instituições. "Mesmo que eles não entrem na greve, tem várias setores que dependem de forma fundamental dos técnicos e que podem ser fechados integralmente, como é o caso da biblioteca, dos restaurantes universitários e de unidades administrativas, além dos setores do HC, que dependem quase da totalidade de servidores técnicos", afirma a presidente do Sinditest-PR, entidade que representa a categoria, Carla Cobalchini.Próximas ações

Estão marcadas uma assembleia comunitária para a próxima quarta-feira (19) no pátio da Reitoria da UFPR a partir das 10 horas; e uma assembleia geral da Funpar para o mesmo dia e horário, mas no auditório do 7º andar do Anexo B (HC da UFPR). Já na quinta-feira (20), haverá Assembleia Geral de Greve, no Restaurante Universitário (RU) Central da UFPR, a partir das 7 horas.

Docentes

Além de participarem da assembleia comunitária do Dia Nacional de Mobilização, na próxima quarta-feira (19), os professores foram convocados pela Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR-SSind) para Assembleia Geral Extraordinária, que ocorre às 16h30, no dia 26 de março, no Auditório de Administração do Centro Politécnico. A Assembleia deve deliberar sobre a retomada da greve dos docentes da UFPR, suspensa em 2012.

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