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A presença de militares e policiais entre os candidatos caiu 35% nas eleições de 2026. O número passou de 1.464 em 2022 para 950 neste ano, uma redução de 514 candidaturas.
A queda interrompe uma sequência de crescimento iniciada em 2010. Naquele ano, 914 candidatos declararam profissões militares ou policiais. O número subiu para 1.049 em 2014 e chegou a 1.210 em 2018.
A série histórica registra oscilações desde 2002. Naquele ano, 758 candidatos declararam ocupações ligadas às forças de segurança. Em 2006, o número chegou a 950. Com o resultado de 2026, o contingente volta ao mesmo patamar registrado há duas décadas.
Em 2022, os candidatos com profissões militares ou policiais representavam 5% do total. Em 2026, esse grupo corresponde a 4,6% das candidaturas.
A relação entre profissão declarada e nome de urna apresenta diferenças. Cerca de 256 candidatos informaram à Justiça Eleitoral ocupações que não pertencem à área de segurança, mas utilizaram patentes, cargos ou referências militares e policiais em seus nomes de urna.
Patente de coronel lidera nomes de urna de militares e policiais
A redução também aparece nos nomes de urna que utilizam referências militares e policiais. Entre os termos mais frequentes, “coronel” lidera, com 165 registros. Na sequência, “sargento” aparece em 156 nomes e “delegado” em 105.
Já “tenente” foi utilizado por 83 candidatos. O termo “cabo” aparece em outros 69 nomes de urna.
Entre as categorias profissionais, os policiais militares formam o maior grupo, com 564 candidatos. Na sequência, aparecem policiais civis, bombeiros militares, militares reformados e integrantes das Forças Armadas.
Os bombeiros militares reúnem 92 candidatos. O mesmo número aparece entre os militares reformados. As Forças Armadas, por sua vez, registram 82 candidatos.




