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Regra oficial

NOVO condiciona candidatos ao Senado a compromisso com impeachment de ministros do STF

Deputado Van Hattem garante: só se candidata no NOVO ao Senado se votar Impeachment. (Foto: Kayo Magalhaes)

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O Partido Novo definiu nesta semana que um compromisso e um apoio explícito ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se tornou um critério obrigatório para quem deseja pleitear uma vaga ao Senado Federal pela legenda. A medida já vale a partir de outubro de 2026, segundo explicou o deputado Marcel Van Hattem (RS).

A nova regra tem como objetivo combater o que o partido descreve como o “avanço de decisões arbitrárias” e “desequilíbrio entre os Poderes”, focando especialmente em magistrados do STF como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, envolvidos em recentes escândalos relacionados ao banco Master.

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“No NOVO só concorre ao Senado quem se comprometer a votar a favor de impeachment de ministro do STF, quando eleito. Quer ser candidato ao Senado pelo Novo, tem que votar em impeachment de ministro”, disse o parlamentar. Ele garantiu que quem descumprir este compromisso será expulso do partido.

Van Hattem lembrou que o partido não tem restrições e chegou a expulsar seu fundador, João Amoedo, depois que ele declarou apoio à candidatura do atual presidente da República, Lula.

Na visão da sigla, a atual presidência do Senado tem sido omissa, e a nova regra de compromisso com impeachment serve para garantir que futuros representantes não recuem diante de confrontos com o Judiciário.

"O Brasil não precisa de parlamentares que baixam a cabeça para abusos por conveniência", estabeleceu a diretriz partidária.

Pressão institucional e internacional

Além da atuação técnica no Congresso, a legenda alegou ter realizado pressão política por meio de ações como:

Denúncias Internacionais: Relatos de abusos institucionais levados a organismos estrangeiros por parlamentares da sigla.

Representação contra a Presidência do Senado: O senador Eduardo Girão (NOVO-CE) apresentou representação contra o senador Davi Alcolumbre, acusando-o de omissão diante dos pedidos de investigação e impeachment.

Mobilização Popular: Apoio ativo a manifestações de rua que pedem a responsabilização de magistrados.

"O impeachment de ministros do STF não é uma opção, é um dos passos fundamentais para construir um Brasil de primeiro mundo", concluiu a legenda.

Pré-candidatos confirmados

Até o momento, três nomes da legenda da lista de pré-candidatos aderiram ao compromisso pelo impeachment de ministros:

Rio Grande do Sul: deputado federal Marcel van Hattem;

São Paulo: deputado federal Ricardo Salles;

Paraná: o ex-deputado federal Deltan Dallagnol.

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