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Live de quinta

“O que está em jogo é a liberdade e o futuro do Brasil pelos próximos 50 anos”, diz Flávio

O senador criticou propostas de regulamentação das redes sociais e a condução econômica do governo Lula
O senador criticou propostas de regulamentação das redes sociais e a condução econômica do governo Lula (Foto: André Coelho/Agência EFE)

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quinta-feira (30) que a eleição de 2026 será decisiva para a preservação das liberdades individuais no país.

Em uma live, o parlamentar disse que a disputa vai além de propostas ou da divisão entre direita e esquerda e defendeu que o resultado das urnas definirá "o futuro do Brasil pelos próximos 50 anos".

Flávio associou a defesa da liberdade de expressão ao principal eixo de sua campanha. O senador criticou propostas de regulamentação das redes sociais e a condução econômica do governo Lula.

O pré-candidato defendeu o endurecimento do combate ao crime organizado e apresentou propostas para as áreas de segurança pública e educação.

Segundo o parlamentar, sua candidatura pretende dar continuidade ao legado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e impedir o que classificou como o fortalecimento de um "sistema" contrário às liberdades individuais.

"O que está em jogo no Brasil este ano é muito mais do que propostas, do que direita e esquerda. É a liberdade e o futuro do nosso Brasil pelos próximos 50 anos", afirmou.

Dívida pública e custo de vida

Ao abordar a economia, Flávio classificou a atual gestão como o "governo da gastança". Segundo o senador, o crescimento da dívida pública pressiona os juros, reduz a capacidade de investimento do Estado e afeta diretamente o custo de vida da população.

"Tem muito brasileiro que está escolhendo entre fazer compra ou comprar remédio", disse.

"Padrão Bukele" na segurança

Ao apresentar suas propostas para a segurança pública, o senador defendeu classificar facções criminosas, como PCC e Comando Vermelho, como organizações terroristas.

Flávio afirmou ainda que pretende adotar uma política inspirada na do presidente de El Salvador, Nayib Bukele.

"Quem tem que ter medo é o vagabundo, é o bandido. Vai ser padrão Bukele", declarou.

Educação

Na área da educação, o pré-candidato defendeu a ampliação das escolas cívico-militares, a criação de vouchers para creches particulares e o chamado "Programa Acolher", pelo qual estudantes com melhor desempenho receberiam incentivo financeiro para auxiliar colegas com dificuldades de aprendizagem.

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