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O PDT, do ex-ministro da Previdência Carlos Lupi, tornou-se o primeiro partido a oficializar o apoio à reeleição do presidente Lula (PT). A convenção ocorreu no final da tarde desta segunda-feira (20), na sede da legenda em Brasília, e contou com a participação de Lula.
A legenda destacou o fechamento da aliança em suas redes sociais, por meio de uma postagem que combinava os apertos de mão de Lula com Lupi, atualmente, e com o fundador da legenda, Leonel Brizola, em 1989.
"O PDT sabe de que lado da história escolheu estar. E vai continuar escolhendo. Somos o primeiro partido a dizer com orgulho: estamos com Lula nas eleições de 2026!", diz a postagem.
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O PT considera estratégica a parceria, tanto que decidiu quebrar a tradição e ceder a cabeça de chapa para o governo do Rio Grande do Sul e, com isso, privilegiar Juliana Brizola, neta de Leonel. Seu candidato a vice será o petista Edegar Pretto.
No Senado, o cenário é inverso: o deputado federal Paulo Pimenta (PT) terá como primeiro suplente o ex-deputado federal Vieira da Cunha (PDT) e como segunda suplente a ativista Tamyres Filgueira (PT). A outra vaga será disputada pela ex-deputada federal Manuela d'Ávila (PSOL), que terá como suplentes o ex-deputado federal Henrique Fontana (PT) e o vereador de Caxias do Sul Lucas Caregnato (PT).
Com o início do período para as convenções partidárias, começam a se tornar oficiais as pré-candidaturas e alianças já anunciadas em todo o país. Os partidos têm até 15 de agosto para concluir esta etapa. As oficializações preparam o terreno para o período de campanha, que começa no dia seguinte. Apenas no dia 28 de agosto, porém, é que o eleitor verá as coligações se converterem em vantagem no tempo de propaganda no rádio e na TV.




