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O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (24) uma pesquisa de intenções de voto para governador de Pernambuco nas eleições de 2026. O instituto também ouviu os entrevistados sobre a disputa para o Senado no estado.
No primeiro turno, a governadora Raquel Lyra (PSD) tem 48% das intenções de voto, contra 44% de João Campos (PSB). Como a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos porcentuais, os dois estão tecnicamente empatados.
Na contagem dos votos válidos, que exclui os brancos, nulos e indecisos, Raquel Lyra (PSD) tem 51% contra 46% de João Campos (PSB).
Na simulação de segundo turno, Raquel Lyra marca 51%, contra 45% de João Campos.
Na disputa pelo Senado, Marília Arraes (PDT) aparece com 19% das intenções de voto, seguida por Humberto Costa (PT), com 17%, e Mendonça Filho (PL), com 13%. Considerando a margem de erro, Marília e Humberto estão em empate técnico, assim como Humberto e Mendonça.
Eduardo da Fonte (PP) aparece com 10%, seguido por Túlio Gadêlha (PSD), com 6%.
Pesquisa para governador de Pernambuco em 2026
O Datafolha fez um cenário espontâneo (quando os nomes não são apresentados) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes).
Raquel Lyra lidera preferência na pesquisa espontânea
- Raquel Lyra (PSD): 41%
- João Campos (PSB): 33%
- Eduardo Campos (PSB): 1%
- Filho de Eduardo Campos: 1%
- Outras respostas: 5%
- Em branco/nulo/nenhum: 3%
- Indecisos: 16%
Raquel Lyra e João Campos aparecem tecnicamente empatados na pesquisa estimulada
- Raquel Lyra (PSD): 48%
- João Campos (PSB): 44%
- Professora Camila (UP): 1%
- Ivan Moraes (PSOL): 1%
- Renan Hallais (Missão): 1%
- Victor Assis (PCO): 0%
- Guilherme Fonseca (PSTU): 0%
- Branco/nulo/nenhum: 4%
- Indecisos: 2%
Raquel Lyra tem 51% dos votos válidos
- Raquel Lyra (PSD): 51%
- João Campos (PSB): 46%
- Ivan Moraes (PSOL): 1%
- Professora Camila (UP): 1%
- Renan Hallais (Missão): 1%
- Victor Assis (PCO): 0%
- Guilherme Fonseca (PSTU): 0%
Segundo turno para governador de Pernambuco em 2026
O Datafolha simulou um cenário de segundo turno.
Raquel Lyra X João Campos
- Raquel Lyra (PSD): 51%
- João Campos (PSB): 45%
- Em branco/nulo/nenhum: 3%
- Indecisos: 1%
Pesquisa para o Senado por Pernambuco em 2026
Para o Senado, o Datafolha apresentou um cenário estimulado para primeiro e segundo votos. Cada entrevistado escolheu dois nomes e o consolidado dos votos foi reduzido para 100%.
Marília Arraes e Humberto Costa aparecem numericamente à frente
- Marília Arraes (PDT): 19%
- Humberto Costa (PT): 17%
- Mendonça Filho (PL): 13%
- Eduardo da Fonte (PP): 10%
- Túlio Gadêlha (PSD): 6%
- Carlos Sant'anna (Novo): 2%
- Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1%
- Mariano Macedo (PSTU): 1%
- Paulo Rubem Santiago (Rede): 1%
- Samuel Timoteo (UP): 1%
- Mailson Neto (PCO): 0%
- Gorett Bitu (UP): 0%
- Branco/nulo/nenhum: 19%
- Indecisos: 10%
Metodologia: 1.204 entrevistados pelo Datafolha de 22 a 24 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Empresa Folha da Manhã S/A e Globo Comunicação e Participações S/A. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 3 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº PE-08125/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.






