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A IRG Pesquisas divulgou nesta terça-feira (22) um levantamento com as intenções de voto para governador do Paraná nas eleições 2026. Os dados foram divulgados pelo portal RIC.
A 12 dias do primeiro turno, que ocorre em 4 de outubro, 46% dos paranaenses respondem que ainda não definiram voto para governador, conforme indica cenário espontâneo da sondagem eleitoral.
Já o cenário estimulado desta pesquisa traz nomes do cabeça de chapa e do vice. Assim, a chapa de Sergio Moro (PL) e Edson Vasconcelos (PL) lidera com 39,7% das intenções de voto para primeiro turno, seguidos por Sandro Alex (PSD) e Rafael Greca (MDB), que somam 27,8%, e por Requião Filho (PDT) e Michele Caputo (Solidariedade), com 21,3%.
O instituto simulou embates diretos de segundo turno. Neste cenário, as chapas de Moro e Sandro Alex aparecem tecnicamente empatadas dentro da margem de erro de 2,83 pontos percentuais. Requião Filho perderia tanto para Moro quanto para Sandro Alex. Confira todos os detalhes abaixo.
Pesquisa para governador do Paraná em 2026
A IRG fez um cenário espontâneo (quando não mostrados os nomes dos candidatos previamente para escolha do eleitor) e um estimulado (quando são apresentados os nomes dos concorrentes), de primeiro turno com chapa completa, incluindo candidato a vice-governador.
A 12 dias do primeiro turno, 46% ainda não definiram voto para governador
- Sergio Moro (PL): 21,2%
- Requião Filho (PDT): 12,9%
- Sandro Alex (PSD): 11,4%
- Ratinho Junior (PSD) 3,3%
- Luiz França (Missão): 0,4%
- Tayná Miessa (UP): 0,3%
- Alexandre Curi (Republicanos): 0,2%
- Nenhum/Branco/Nulo: 4,1%
- Não sabe/Não respondeu: 46,2%
Chapa Moro-Vasconcelos lidera no cenário estimulado
- Sergio Moro (PL) e Edson Vasconcelos (PL): 39,7%
- Sandro Alex (PSD) e Rafael Greca (MDB): 27,8%
- Requião Filho (PDT) e Michele Caputo (Solidariedade): 21,3%
- Luiz França (Missão) e João Adolfo (Missão): 1,2%
- Tayná Miessa (UP) e William Araki (UP): 0,4%
- Samuel de Mattos (PSTU) e Helena Figueiredo (PSTU): 0,3%
- Nenhum/Branco/Nulo: 4,7%
- Não sabe/Não respondeu: 4,6%
*Adriano Teixeira (PCO) e José Carlos (PCO), Alexandre Salomão (Mobiliza) e João Adolfo (Missão) não pontuaram na pesquisa.
Segundo turno para governador do Paraná
A pesquisa IRG simulou três cenários de segundo turno na disputa ao governo do Paraná, também com os vices.
Sergio Moro x Sandro Alex
- Sergio Moro (PL) e Edson Vasconcelos (PL): 43,3%
- Sandro Alex (PSD) e Rafael Greca (MDB): 39,8%
- Nenhum/Branco/Nulo: 9,6%
- Não sabe/Não respondeu: 7,3%
Sergio Moro x Requião Filho
- Sergio Moro (PL) e Edson Vasconcelos (PL): 55,3%
- Requião Filho (PDT) e Michele Caputo (Solidariedade): 28,2%
- Nenhum/Branco/Nulo: 8,3%
- Não sabe/Não respondeu: 8,2%
Sandro Alex x Requião Filho
- Sandro Alex (PSD) e Rafael Greca (MDB): 51,5%
- Requião Filho (PDT) e Michele Caputo (Solidariedade): 25,3%
- Nenhum/Branco/Nulo: 16,2%
- Não sabe/Não respondeu: 7%
Metodologia: 1.200 entrevistados pela IRG Pesquisas de 17 a 20 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela TV Independência Ltda. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,83 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº PR-01172/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.










